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Países da NATO aplaudem missão de segurança no Ártico
Ministra dos Negócios Estrangeiros da Islândia diz que os países estão "mais unidos" do que no início do ano.
Os Estados-membros da NATO localizados na região do Ártico aplaudiram o lançamento da Operação Sentinela, acordada na sequência da crise desencadeada pela intenção de anexação da Gronelândia pelos Estados Unidos.
A ministra dos Negócios Estrangeiros da Islândia, Thorgerdur Katrin, disse esta quinta-feira que os países estão "mais unidos" do que no início do ano.
As declarações recolhidas pelos jornalistas ocorreram antes da reunião ministerial da NATO, que decorre esta quinta-feira em Bruxelas.
A ministra islandesa disse ainda que os países da Aliança Atlântica vão ser avaliados pelos esforços no sentido de para garantirem a segurança comum.
Para Thorgerdur Katrin, os Estados Unidos, a Dinamarca e a Gronelândia, território autónomo dinamarquês, estão concentrados no reforço da segurança no Atlântico Norte sublinhando que a NATO aderiu em bloco à Operação Sentinela.
"Penso que é um sinal importante. Estamos juntos nisto", concluiu.
Entretanto, o ministro da Defesa finlandês, Antti Hakkanen, reiterou a mesma posição, acolhendo a "nova abordagem" em relação ao Ártico.
Para Hakkanen, a defesa e a dissuasão na região não diz apenas respeito à segurança dos países do Ártico, mas a toda a Aliança Atlântica, incluindo os Estados Unidos.
O ministro da Defesa sueco, Pál Jonson, aprovou o plano de coordenar, sob o comando da aliança, as atividades que os aliados já realizam separadamente na região.
Jonson indicou que a Suécia também está a intensificar manobras na região.
"Para nós, enquanto país ártico, é natural contribuir", afirmou, acrescentando que espera que o exercício norueguês Cold Response esteja ativo a partir de março, assim como o exercício FLF Finlândia.
Para o ministro sueco, a Operação Sentinela é uma forma de aumentar a atividade onde é necessário "contrabalançar os movimentos russos" e a "crescente presença da República Popular da China".
Na quarta-feira, a Dinamarca saudou o lançamento da operação, considerando-a uma "ótima decisão" que responde a uma exigência de Copenhaga para reforçar a presença aliada na região.
Em relação ao papel específico da Dinamarca, o Governo de Copenhaga disse que o contributo para a missão é "uma prioridade" mas que é "ainda muito cedo para dar detalhes concretos", aludindo a discussões com outros países sobre possíveis contributos, como os recursos de patrulha marítima.
A Operação Sentinela foi anunciada pela NATO como resultado do acordo alcançado entre o secretário-geral da organização, Mark Rutte, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a crise diplomática desencadeada pelas reivindicações de Washington sobre a Gronelândia.
O Comando de Operações Aliadas vai ser responsável pelo planeamento e execução das atividades na área, enquanto o comando operacional ficará a cargo do Comando Conjunto de Norfolk (JFC Norfolk), cuja área de responsabilidade abrange todo o Ártico e o Pólo Norte.
Correio da Manhã
Ministra dos Negócios Estrangeiros da Islândia diz que os países estão "mais unidos" do que no início do ano.
Os Estados-membros da NATO localizados na região do Ártico aplaudiram o lançamento da Operação Sentinela, acordada na sequência da crise desencadeada pela intenção de anexação da Gronelândia pelos Estados Unidos.
A ministra dos Negócios Estrangeiros da Islândia, Thorgerdur Katrin, disse esta quinta-feira que os países estão "mais unidos" do que no início do ano.
As declarações recolhidas pelos jornalistas ocorreram antes da reunião ministerial da NATO, que decorre esta quinta-feira em Bruxelas.
A ministra islandesa disse ainda que os países da Aliança Atlântica vão ser avaliados pelos esforços no sentido de para garantirem a segurança comum.
Para Thorgerdur Katrin, os Estados Unidos, a Dinamarca e a Gronelândia, território autónomo dinamarquês, estão concentrados no reforço da segurança no Atlântico Norte sublinhando que a NATO aderiu em bloco à Operação Sentinela.
"Penso que é um sinal importante. Estamos juntos nisto", concluiu.
Entretanto, o ministro da Defesa finlandês, Antti Hakkanen, reiterou a mesma posição, acolhendo a "nova abordagem" em relação ao Ártico.
Para Hakkanen, a defesa e a dissuasão na região não diz apenas respeito à segurança dos países do Ártico, mas a toda a Aliança Atlântica, incluindo os Estados Unidos.
O ministro da Defesa sueco, Pál Jonson, aprovou o plano de coordenar, sob o comando da aliança, as atividades que os aliados já realizam separadamente na região.
Jonson indicou que a Suécia também está a intensificar manobras na região.
"Para nós, enquanto país ártico, é natural contribuir", afirmou, acrescentando que espera que o exercício norueguês Cold Response esteja ativo a partir de março, assim como o exercício FLF Finlândia.
Para o ministro sueco, a Operação Sentinela é uma forma de aumentar a atividade onde é necessário "contrabalançar os movimentos russos" e a "crescente presença da República Popular da China".
Na quarta-feira, a Dinamarca saudou o lançamento da operação, considerando-a uma "ótima decisão" que responde a uma exigência de Copenhaga para reforçar a presença aliada na região.
Em relação ao papel específico da Dinamarca, o Governo de Copenhaga disse que o contributo para a missão é "uma prioridade" mas que é "ainda muito cedo para dar detalhes concretos", aludindo a discussões com outros países sobre possíveis contributos, como os recursos de patrulha marítima.
A Operação Sentinela foi anunciada pela NATO como resultado do acordo alcançado entre o secretário-geral da organização, Mark Rutte, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a crise diplomática desencadeada pelas reivindicações de Washington sobre a Gronelândia.
O Comando de Operações Aliadas vai ser responsável pelo planeamento e execução das atividades na área, enquanto o comando operacional ficará a cargo do Comando Conjunto de Norfolk (JFC Norfolk), cuja área de responsabilidade abrange todo o Ártico e o Pólo Norte.
Correio da Manhã
