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Organização de Estados Ibero-Americanos defende mais países no acordo UE-Mercosul
Andrés Delich entende que acordo é uma oportunidade para a Europa entrar no comércio de "minerais raros, lítio, energia".
O secretário-geral adjunto da Organização de Estados Ibero-Americanos defende o alargamento do acordo entre a União Europeia e o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) a mais países.
“Acreditamos no comércio livre e nas possibilidades de circulação da produção e acreditamos, à moda antiga, que o comércio também é um mecanismo de integração. Assim, à medida que outros países latino-americanos também aderirem a este acordo com a UE, as possibilidades de comércio livre continuarão a crescer, o que considero bom e positivo para ambas as regiões”, afirma ao CM Andrés Delich, que admite que “a concorrência certamente crescerá muito”.
Acredita, contudo, que na UE tal não tenha um “impacto decisivo nem nos preços nem na produção”. Diz Delich que esta é uma oportunidade para aumentar “o comércio de alguns elementos estratégicos para as próximas décadas, como minerais raros, lítio, energia, que está muito presente na América Latina”.
Correio da Manhã
Andrés Delich entende que acordo é uma oportunidade para a Europa entrar no comércio de "minerais raros, lítio, energia".
O secretário-geral adjunto da Organização de Estados Ibero-Americanos defende o alargamento do acordo entre a União Europeia e o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) a mais países.
“Acreditamos no comércio livre e nas possibilidades de circulação da produção e acreditamos, à moda antiga, que o comércio também é um mecanismo de integração. Assim, à medida que outros países latino-americanos também aderirem a este acordo com a UE, as possibilidades de comércio livre continuarão a crescer, o que considero bom e positivo para ambas as regiões”, afirma ao CM Andrés Delich, que admite que “a concorrência certamente crescerá muito”.
Acredita, contudo, que na UE tal não tenha um “impacto decisivo nem nos preços nem na produção”. Diz Delich que esta é uma oportunidade para aumentar “o comércio de alguns elementos estratégicos para as próximas décadas, como minerais raros, lítio, energia, que está muito presente na América Latina”.
Correio da Manhã
