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Médicos obrigados a chamar brigada antibomba, após descobrirem obus no reto de um paciente

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Dez 9, 2019
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Um homem deu entrada nas urgências com desconforto extremo no reto. Durante a cirurgia, os médicos perceberam que se tratava de um obus, um tipo de boca de fogo de artilharia da Primeira Guerra Mundial, tendo sido necessário interromper o procedimento para chamar especialistas antibomba.


Imagem gerada com recurso a IA: um míssil numa sala de operações, com dois médicos ao fundo








Conforme foi sendo avançado pela imprensa internacional, um homem, de 24 anos e cuja identidade não foi divulgada, foi levado para a urgência do Hospital Rangueil, em Toulouse, no final da noite de sábado, "num estado de extremo desconforto, depois de ter introduzido um objeto de grandes dimensões no reto".



De acordo com o El País, quando foi questionado pela equipa médica sobre a causa da sua condição, o paciente admitiu ter inserido um objeto, mas não especificou qual.



Com esses dados, os médicos avançaram para uma cirurgia, que foi interrompida, entretanto, quando perceberam que o objeto não identificado era, afinal, um obus.






Hospital Rangueil, localizado a sul de Toulouse, no complexo hospitalar Rangueil-Larrey.

Cirurgia interrompida devido à identificação do objeto: um obus



O obus foi descrito como relativamente pequeno, com cerca de 20 centímetros de comprimento e pouco mais de três centímetros de diâmetro.


Contudo, temendo o risco de uma possível explosão, os médicos suspenderam o procedimento e alertaram as autoridades. Mais tarde, a polícia chegou ao local e acionou a brigada antibomba.




Enquanto os especialistas avaliavam o engenho, foi estabelecido um perímetro de segurança.



Mais tarde, foi determinado que o obus datava de 1918, o último ano da Primeira Guerra Mundial, e não representava perigo imediato.



Depois de afastado o risco, os agentes notificaram o Grupo de Apoio Judiciário (em francês, GAJ), que "abriu um processo por posse de munições da Categoria A", de acordo com o La Dépêche.




O paciente, identificado como cidadão francês, terá sido, entretanto, interrogado pela polícia, segundo o Daily Mail.




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