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Irão a ferro e fogo

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Irão. Petróleo e religião num Estado estratégico no Médio Oriente




Com uma superfície 18 vezes superior à de Portugal, o Irão, atacado hoje por Israel e Estados Unidos, é um Estado estratégico do Médio Oriente detentor de vastas reservas de gás e petróleo.


Irão. Petróleo e religião num Estado estratégico no Médio Oriente




Desde a Revolução Islâmica de 1979, que pôs fim a mais de dois milénios de monarquia, o país é liderado por um poder clerical.




Eis cinco pontos essenciais sobre a República Islâmica do Irão, num trabalho da agência de notícias France-Presse (AFP):


Diversidade étnica



Com cerca de 90 milhões de habitantes, dos quais três quartos vivem em zonas urbanas, o Irão é culturalmente diverso.



Embora os persas sejam maioritários, o país integra comunidades significativas de azeris, luros, curdos, árabes, balúchis e turcomanos.



O persa é a língua oficial, coexistindo com diversos dialetos regionais.



A capital, Teerão, acolhe cerca de 10 milhões de pessoas.



Maioria muçulmana



O Irão é o maior país de maioria xiita do mundo, com mais de 90% da população a aderir a este ramo do Islão.



A minoria sunita concentra-se sobretudo nas províncias fronteiriças com o Iraque, Paquistão e Afeganistão.



A Constituição reconhece oficialmente as minorias cristã, judaica e zoroastriana (doutrina do profeta persa Zoroastro, ou Zaratustra, do século VII a.C.), com representação no parlamento, mas a confissão baha'i é proibida e perseguida desde a Revolução.




Petróleo e gás


O país detém cerca de 10% das reservas mundiais certificadas de petróleo e 15% das de gás natural.




Apesar da riqueza em hidrocarbonetos e de um setor industrial diversificado (petroquímica, siderurgia e automóvel), a economia enfrenta obstáculos graves devido às sanções internacionais, hiperinflação e desvalorização da moeda nacional.




Localização estratégica



Situado no cruzamento entre a Europa e a Ásia, o Irão é o segundo maior país do Médio Oriente em área, superado apenas pela Arábia Saudita.



Controla a margem norte do Estreito de Ormuz, uma passagem vital para o trânsito global de petróleo.



Faz fronteira com sete países, incluindo a Turquia, o Iraque e o Paquistão, e partilha o mar Cáspio, a norte, com nações como a Rússia.




República Islâmica



O sistema político combina instituições republicanas com o poder clerical.



O Guia Supremo, 'ayatollah' Ali Khamenei, no cargo desde 1989, é o comandante-chefe das Forças Armadas e detém a última palavra sobre decisões estratégicas.


O regime é defendido pela Guarda Revolucionária, uma estrutura ideológica que controla também vastos setores da economia.


O Presidente, atualmente Masoud Pezeshkian, é eleito a cada quatro anos, mas as candidaturas dependem da aprovação do Conselho dos Guardiães.



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Televisão estatal iraniana confirma a morte de Ali Khamenei




Um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou hoje, às 05h00 locais (01:30 TMG), em lágrimas, a morte do aiatola Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irão, que estava no poder há 36 anos.


Televisão estatal iraniana confirma a morte de Ali Khamenei




A televisão iraniana não especificou em que circunstância Ali Khamenei faleceu aos 86 anos, nem mencionou os ataques israelitas e americanos de sábado contra a sua residência em Teerão. Fotos e imagens de arquivo são transmitidas com uma faixa preta no ecrã em sinal de luto.



O presidente norte-americano, Donald Trump, tinha já anunciado a morte do líder supremo iraniano, dizendo que oferece à população iraniana a "maior chance" de "recuperar" o país.


A televisão estatal iraniana e a agência de notícias estatal IRNA não informaram a causa da morte do líder de 86 anos. A morte coloca em dúvida o futuro da República Islâmica e aumenta o risco de instabilidade regional.



"Khamenei, uma das pessoas mais maléficas da história, está morto", escreveu Trump numa publicação nas redes sociais, alertando para a continuação de "bombardeamentos pesados e precisos" ao longo da semana e mesmo além, no quadro de um ataque que os EUA justificam como necessário para incapacitar as capacidades nucleares do país.



O ataque deste sábado abriu um novo capítulo na intervenção dos Estados Unidos no Irão, e traz consigo o potencial para violência retaliatória e uma guerra mais ampla, representando uma demonstração surpreendente de um Presidente norte-americano que assumiu o cargo com uma plataforma a que chamou "America First" e prometeu manter-se fora de "guerras eternas".



Se confirmada, a morte de Khamenei no segundo ataque da Administração Trump ao Irão em oito meses cria um vácuo de liderança, dada a ausência de um sucessor do aiatola conhecido e porque o líder supremo de 86 anos teve a palavra final em todas as principais políticas durante décadas no poder.



Khamenei liderava o 'establishment' clerical do Irão e a sua Guarda Revolucionária paramilitar, os dois principais centros de poder na teocracia governante.



À medida que surgiram notícias sobre a morte do líder religioso, testemunhas oculares em Teerão disseram à Associated Press que alguns residentes estavam a comemorar, a apitar e a gritar.



O Irão, que respondeu aos ataques com o seu próprio contra-ataque, advertiu para a retaliação.



Ali Larijani, secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, disse no sábado que Israel e os Estados Unidos "se arrependerão das suas ações".



"Os bravos soldados e a grande nação do Irão darão uma lição inesquecível aos opressores internacionais infernais", publicou Larijani na rede social X.


A operação conjunta dos Estados Unidos e de Israel, que segundo autoridades foi planeada durante meses, ocorreu este sábado, durante o mês sagrado muçulmano do Ramadão e no início da semana de trabalho iraniana, e seguiu-se a negociações e advertências de Trump, que no ano passado alardeou o sucesso do seu governo na incapacitação do programa nuclear do país.



Cerca de 12 horas após o início dos ataques, as forças armadas dos EUA informaram que não houve vítimas norte-americanas e que os danos nas bases dos EUA foram mínimos, apesar das "centenas de ataques com mísseis e drones iranianos".



Segundo as forças norte-americanas, os alvos no Irão incluíram instalações de comando da Guarda Revolucionária, sistemas de defesa aérea, locais de lançamento de mísseis e drones e aeródromos militares.



Por seu lado, Israel afirmou ter matado o comandante da Guarda Revolucionária e o ministro da Defesa do país, bem como o secretário do Conselho de Segurança iraniano, um conselheiro próximo de Khamenei.



Khamenei "não conseguiu escapar aos nossos sistemas de inteligência e rastreamento altamente sofisticados e, trabalhando em estreita colaboração com Israel, não havia nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos com ele, pudessem fazer", afirmou Trump. "Esta é a maior oportunidade para o povo iraniano recuperar o seu país", disse.




Um diplomata iraniano disse no Conselho de Segurança das Nações Unidas que centenas de civis foram mortos e feridos nos ataques. O Irão retaliou disparando mísseis e drones contra Israel e bases militares dos EUA na região, e os combates continuam durante a noite.





Alguns dos primeiros ataques ao Irão parecem ter atingido as proximidades dos escritórios de Khamenei, o segundo líder da República Islâmica que sucedeu ao aiatola Ruhollah Khomeini, líder da Revolução Islâmica de 1979.



As autoridades israelitas confirmaram a morte de Khamenei, depois do anúncio de Trump.




Os democratas norte-americanos criticaram o facto de Trump ter tomado medidas sem autorização do Congresso, mas a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que a Administração informou antecipadamente vários líderes republicanos e democratas no Congresso.

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Alireza Arafi nomeado para conselho de transição após morte de Khamenei




Alireza Arafi, dignitário religioso membro da Assembleia dos Peritos e do Conselho dos Guardiões da Revolução, foi nomeado hoje para o triunvirato responsável pela transição após a morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei.


Alireza Arafi nomeado para conselho de transição após morte de Khamenei




O Conselho de Discernimento do Interesse Superior do Regime iraniano anunciou na rede social X ter "eleito o ayatollah Alireza Arafi membro do Conselho de Direção Interino".



Este órgão, que também inclui o presidente Massoud Pezeshkian e o chefe do poder judicial Gholamhossein Mohseni Ejei, irá governar o país até que a Assembleia de Peritos "eleja um líder permanente o mais rapidamente possível".




Arafi, de 66 anos, é o terceiro membro do conselho interino a liderar o Irão e é jurista do Conselho dos Guardiães.




O terceiro membro do conselho é um clérigo e jurista xiita que exerce atualmente funções como presidente do Centro de Gestão dos Seminários Islâmicos do país, membro do Conselho dos Guardiães e segundo vice-presidente da Assembleia de Peritos para a Liderança, segundo a página da Assembleia de Discernimento.




"Aos 66 anos, Alireza Arafi encarna o entrelaçamento entre a autoridade religiosa e a influência política que define a estrutura de poder do Irão", referem meios de comunicação locais.




O conselho interino fica assim completo para liderar o "período de transição" após a morte de Khamenei nos ataques dos Estados Unidos e de Israel, depois de 37 anos no poder.


Segundo a legislação iraniana, o órgão responsável por eleger o líder supremo é a Assembleia de Peritos, composta por 88 clérigos eleitos por sufrágio direto de quatro em quatro anos, a última vez nas eleições de março de 2024.




A televisão estatal iraniana anunciou na madrugada de hoje a morte de Khamenei no seu gabinete, no sábado, nos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra a República Islâmica, informação posteriormente confirmada pelo Governo e por outros organismos.




O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou sábado que Khamenei, 86 anos, líder supremo do Irão desde 1989, morreu nos ataques e apelou ao povo iraniano para "recuperar" o seu país após décadas de regime dos ayatollahs.




As autoridades locais confirmaram também a morte de outros altos responsáveis, como o comandante-chefe da Guarda Revolucionária do Irão, general Mohamad Pakpur, e o secretário do Conselho de Defesa, Ali Shamjani.



A ofensiva norte-americana e israelita começou nas primeiras horas de sábado contra alvos em Teerão e noutras cidades iranianas, como Tabriz (noroeste) e Isfahan (centro).



Os ataques provocaram até ao momento mais de 200 mortos, segundo estimativas do Crescente Vermelho.

O Irão, entretanto, decretou um período de luto de 40 dias, bem como sete dias feriados, pela morte de Khamenei.



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EUA lançaram bombas de 900 kg sobre instalações de mísseis no Irão




As Forças Armadas norte-americanas afirmaram hoje que bombardeiros furtivos B-2 atacaram instalações de mísseis balísticos do Irão com bombas de 900 quilogramas (kg).


EUA lançaram bombas de 900 kg sobre instalações de mísseis no Irão





Os mísseis balísticos iranianos constavam nas preocupações levantadas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, antes dos ataques iniciados no sábado, em colaboração com Israel, contra o regime de Teerão.



Trump alegou que o Irão tem construído mísseis balísticos capazes de atingir o território dos Estados Unidos (EUA), embora a República Islâmica negue estar a construir ou a tentar mísseis balísticos intercontinentais.



A Agência de Informações de Defesa dos EUA afirmou num relatório não confidencial no ano passado que o Irão poderia desenvolver um míssil balístico intercontinental militarmente viável até 2035, "caso Teerão decidisse desenvolver essa capacidade".



Israel e os Estados Unidos iniciaram no sábado uma vasta operação militar contra o Irão de que resultou a morte de vários dirigentes políticos e militares da República Islâmica, incluindo o líder supremo Ali Khamenei.



O presidente norte-americano, Donald Trump, deu indicações de que a operação visava o derrube do regime do Irão e incitou o povo iraniano a tomar o poder após a intervenção militar conjunta com Israel.



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Trump diz que "nove navios iranianos" foram afundados




O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou hoje que "9 navios iranianos" foram afundados e que o quartel-general da Marinha iraniana foi "quase totalmente" destruído, numa mensagem na sua rede social, Truth Social.


Trump diz que nove navios iranianos foram afundados




"Acabei de ser informado de que destruímos e afundámos nove navios iranianos, alguns deles relativamente grandes. Vamos atrás dos restantes. Em breve, também estarão a flutuar no fundo do mar! Num ataque separado, destruímos quase totalmente o quartel-general da Marinha deles", escreveu.



Trump, que está a acompanhar a ofensiva das forças norte-americanas a partir da sua residência de Mar-a-Lago, na Florida, não emitiu até agora qualquer comentário sobre a morte de três militares norte-americanos, as primeiras baixas dos Estados Unidos desde o início do conflito contra o Irão, no sábado de manhã.




Entretanto, "60 navios" com pavilhão francês ou que pertencem a empresas francesas estão retidos "dentro do Golfo Arabo-Pérsico", indicou hoje o delegado-geral dos Armadores de França, Laurent Martens.




Esses navios atravessaram o estreito de Ormuz e receberam "instruções dadas pela Marinha francesa para procurar abrigo", explicou Martens, acrescentando que as embarcações francesas "não são alvos prioritários".




"Os marinheiros estão a bordo dos navios, estão nos portos, geralmente estão em segurança", prosseguiu.




"As tripulações estão nas suas cabines, relativamente protegidas, sabendo que podem deslocar-se para um local mais seguro nos navios em caso de alerta", acrescentou.



O estreito de Ormuz, com pouco menos de 50 quilómetros (km) de largura, faz fronteira com as costas do Irão e do sultanato de Omã.




Em retaliação aos ataques dos Estados Unidos, a Guarda Revolucionária iraniana encerrou esta passagem, que é particularmente importante para o transporte marítimo de petróleo: aproximadamente 20% da produção mundial de crude transita anualmente por ela.




Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque ao Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região e alvos israelitas.




Donald Trump afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".




Washington exige que o Irão cesse o enriquecimento de urânio e limite o alcance dos seus mísseis, o que Teerão recusa, aceitando apenas cortes no seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções em vigor.




O Irão já confirmou a morte do ayatollah Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989, e decretou um período de luto de 40 dias e sete feriados.




Segundo a Cruz Vermelha iraniana, os bombardeamentos fizeram até agora pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.




Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques de retaliação do Irão a países vizinhos.



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"Defender-nos-emos, custe o que custar, e não imporemos limites"




O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou hoje que o Irão não impõe "nenhum limite" ao seu direito de defesa contra a campanha de ataques israelitas e norte-americanos, classificando a ação dos dois países como "um ato de agressão".


Defender-nos-emos, custe o que custar, e não imporemos limites




"Defender-nos-emos, custe o que custar, e não imporemos limites à defesa e à proteção do nosso povo. Ninguém nos pode dizer que não temos o direito de nos defender", declarou Abbas Araghchi, numa entrevista à estação televisiva norte-americana ABC.



O chefe da diplomacia iraniana sustentou que "o que os Estados Unidos estão a fazer é um ato de agressão" e contrapôs que a resposta de Teerão constitui legítima defesa.



"O que estamos a fazer é defender-nos. O que é muito diferente", concluiu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano.



Israel e os Estados Unidos iniciaram no sábado uma vasta operação militar contra o Irão de que resultou a morte de vários dirigentes políticos e militares da República Islâmica, incluindo o líder supremo Ali Khamenei.


O Presidente norte-americano, Donald Trump, deu indicações de que a operação visava o derrube do regime do Irão e incitou o povo iraniano a tomar o poder após a intervenção militar conjunta com Israel.



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Guarda Revolucionária ou se rende ou "enfrenta morte certa", ameaça Trump




O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou hoje a Guarda Revolucionária iraniana com "morte certa" se não se render, prometendo ainda vingar a morte de militares americanos, em declarações difundidas na sua rede social.


Guarda Revolucionária ou se rende ou enfrenta morte certa, ameaça Trump







"Exorto a Guarda Revolucionária, a polícia militar iraniana, a depor as armas e receber imunidade total ou enfrentar uma morte certa. A morte não será agradável", declarou Trump num vídeo.



Segundo Trump, "todo" o comando militar do Irão desapareceu e muitos deles "querem render-se para proteger as suas vidas" e imunidade.


Mesmo assim, Trump adiantou que as operações continuam "com toda a força", e assim continuarão "até que todos os objetivos sejam alcançados".


Também prometeu vingar a morte de militares americanos, admitindo que haverá mais baixas do lado dos EUA.



Donald Trump defendeu a intervenção militar no Irão como necessária para garantir a segurança dos americanos.



"Durante quase 50 anos, esses extremistas malignos atacaram os EUA enquanto entoavam o slogan 'Morte aos Estados Unidos' ou 'Morte a Israel', ou ambos", disse.



O Presidente norte-americano apelou a "todos os patriotas iranianos que anseiam pela liberdade" para que aproveitem o momento, sejam "corajosos, ousados, heroicos e recuperem o seu país".


"Os Estados Unidos estão convosco. Fiz-vos uma promessa e cumpri-a. O resto depende de vós. Estaremos lá para vos ajudar", afirmou.


Esta é a primeira declaração institucional de Trump desde que anunciou a operação conjunta com Israel na madrugada de sábado. Até agora, o presidente norte-americano só tinha mantido breves entrevistas por telefone com alguns meios de comunicação.



Reino Unido permite que EUA usem bases militares



Por seu lado, o Reino Unido concordou que os Estados Unidos usem bases militares britânicas para atacar locais de mísseis iranianos, conforme solicitado por Trump, indicou hoje o primeiro-ministro Keir Starmer, comentando que Londres "não participará de ações ofensivas no Irão".


"A nossa decisão de que o Reino Unido não participaria nos ataques contra o Irão foi cuidadosamente ponderada", afirmou num vídeo publicado na rede social X.



"Todos nos lembramos dos erros cometidos no Iraque e aprendemos com eles", sublinhou o chefe do governo britânico.



Mas "o Irão ataca os interesses britânicos e coloca em grave perigo os seus cidadãos" e os seus aliados na região, sustentou Keir Starmer, acreditando que "a única forma de pôr fim à ameaça é destruir os mísseis na fonte: nos depósitos de armazenamento ou nos lançadores que servem para disparar esses mísseis".



O Governo britânico autorizou os Estados Unidos a utilizar bases britânicas "para este fim defensivo específico e limitado", que foi aceite porque "está em conformidade com o direito internacional".


Segundo o primeiro-ministro, "pelo menos 200.000 cidadãos britânicos", residentes ou turistas, encontram-se nos países afetados pela escalada regional no Médio Oriente, na sequência dos primeiros ataques americanos e israelitas ao Irão, que lançou represálias contra vários países vizinhos e Israel.



Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



O Irão já confirmou a morte do ayatollah Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.



Segundo a Cruz Vermelha iraniana, foram registados pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.



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Onze desaparecidos em Israel após ataque mortal iraniano




Onze pessoas continuavam hoje desaparecidas no distrito de Jerusalém, em Israel, após um ataque com mísseis iranianos que causou nove mortos, de acordo com um comunicado das autoridades israelitas.


Onze desaparecidos em Israel após ataque mortal iraniano







"As forças policiais israelitas, bem como os serviços de emergência e socorro, continuam as suas operações no local do terrível impacto em Bet Shemesh, as buscas continuam (...) onze pessoas continuam desaparecidas", indicou a polícia.



Na mesma divulgação, acrescentam que "mais de 45 feridos, com graus de gravidade variados, foram evacuados" e "os corpos de nove pessoas falecidas também foram retirados dos escombros", depois do ataque com mísseis iranianos naquela área do distrito de Jerusalém, em Israel.


A cidade está situada na região central do país, aproximadamente a 30 quilómetros de a oeste de Jerusalém e a cerca de 50 quilómetros a sudeste de Telaviv.


Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".



O Irão já confirmou a morte do ayatollah Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.



Segundo a Cruz Vermelha iraniana, foram registados pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.



Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países vizinhos.


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Hezbollah ataca Israel desde o Líbano e exército israelita retalia




Israel anunciou hoje ter registado vários mísseis lançados do Líbano contra zonas do norte do país, ataques reivindicados pelo grupo xiita Hezbollah, num contexto de escalada bélica regional após Israel e Estados Unidos atacarem o Irão.


Hezbollah ataca Israel desde o Líbano e exército israelita retalia




Vários alertas foram ativados no norte de Israel após os ataques, pouco depois da meia-noite (22h00 de domingo em Lisboa), de acordo com informações divulgadas pelas Forças de Defesa de Israel (FDI, na sigla em inglês) na plataforma de mensagens Telegram.



As FDI garantiram que estavam a responder com bombardeamentos em território libanês.



"A Força Aérea intercetou um projétil que cruzou do Líbano (...) Não foram relatados danos ou vítimas", anunciou o exército israelita, notando que outros projéteis caíram em áreas abertas.



O Hezbollah reivindicou posteriormente a autoria dos ataques, que foram dirigidos ao sul de Haifa, de acordo com um comunicado do grupo, divulgado por meios de comunicação como a emissora do Qatar Al Jazeera.



De acordo com esta informação, o grupo xiita atacou Israel "em vingança pelo sangue do imã Khamenei".



"A nossa resposta é de legítima defesa", acrescentou.



As FDI garantiram estar a responder a estes ataques "de forma vigorosa" com bombardeamentos dirigidos contra "a organização terrorista Hezbollah em todo o Líbano", que acusou de "operar sob os auspícios do regime terrorista iraniano".



"As FDI estavam preparadas para este cenário como parte das operações de combate no âmbito da operação Rugido do Leão", como batizaram o ataque conjunto com os Estados Unidos contra o Irão no sábado.



Esta troca de fogo e acusações ocorre num contexto de escalada bélica regional após o bombardeamento de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, que causou a morte do líder supremo iraniano, do 'ayatollah' Ali Khamenei, além de vários altos oficiais militares, deixando um saldo total de mais de 200 vítimas mortais.



Israel bombardeia regularmente o Líbano com o objetivo de enfraquecer o grupo xiita Hezbollah, aliado do Irão.



O Irão, por sua vez, bombardeou Israel, causando nove mortos, e os países aliados dos Estados Unidos na região onde Washington mantém bases militares, como Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Qatar e Emirados Árabes Unidos, onde também deixou três vítimas mortais.



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Pelo menos 31 pessoas morreram após ataques de Israel no Líbano




Pelo menos 31 pessoas morreram e outras 149 ficaram feridas hoje devido a bombardeamentos israelitas nos arredores de Beirute e sul do Líbano, em resposta a um ataque do grupo xiita libanês Hezbollah no norte de Israel.


Pelo menos 31 pessoas morreram após ataques de Israel no Líbano




O Exército de Israel informou que iniciou uma nova onda de ataques aéreos contra alvos do Hezbollah no Líbano, depois de ordenar a retirada da população libanesa de cerca de cinquenta localidades no sul do país vizinho e bombardear Beirute, em resposta a uma ofensiva do grupo xiita com mísseis e drones contra o norte do Estado judeu.



De acordo com um comunicado em árabe divulgado na rede social X pelo porta-voz do Exército de Israel, Avichay Adraee, o Exército israelita começou a bombardear "novos alvos" do Hezbollah no Líbano, entre eles depósitos de armas e infraestruturas do grupo xiita em várias regiões do país, sem especificar quais.



O Exército de Israel ordenou na madrugada de segunda-feira a evacuação de 53 vilas e cidades do sul do Líbano, antecipando novos ataques contra o Hezbollah.



Israel lançou esta madrugada uma vaga de bombardeamentos intensa contra os bairros do sul de Beirute, logo a seguir à ofensiva do Hezbollah. O exército israelita explicou que se tratava de um "ataque seletivo" contra altos comandos do Hezbollah "na área de Beirute".



O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, e o Presidente, Josep Aoun, classificaram como "irresponsável" e "perigoso" o ataque lançado hoje pelo grupo xiita Hezbollah contra o norte de Israel, condenando igualmente a ofensiva israelita contra o Líbano.



"Independentemente de quem esteja por detrás, o lançamento de projéteis a partir do sul do Líbano é um ato irresponsável e suspeito, que coloca em risco a segurança e a proteção do Líbano, e fornece pretextos a Israel para continuar com a sua agressão", denunciou Salam na sua conta na rede social X.



"Não permitiremos que o país seja arrastado para novas aventuras e tomaremos todas as medidas necessárias para capturar os autores e proteger o povo libanês", acrescentou o chefe do Executivo.



Também o Presidente do país declarou que "o lançamento de foguetes a partir do território libanês põe em risco todos os esforços do Estado para manter o Líbano longe dos perigosos confrontos militares que assolam a região".



O Governo libanês vinha há dias a procurar garantias de que o Hezbollah não se envolveria, caso os Estados Unidos atacassem o Irão.



Antes do início dos bombardeamentos dos Estados Unidos e Israel contra o Irão no sábado, o Hezbollah fez, no entanto, saber que qualquer ataque contra o 'ayatollah' Ali Khamenei era uma linha vermelha.



Entre 2023 e 2024, a formação libanesa travou um conflito com Israel, que começou como uma demonstração de apoio a Gaza e acabou por provocar mais de 4.000 mortos e 1,2 milhão de deslocados no Líbano.


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Milícia xiita iraquiana reivindica ataque contra tropas dos EUA




Uma milícia xiita iraquiana reivindicou um ataque com drones contra tropas norte-americanas, hoje, no aeroporto da capital do Iraque, Bagdade, numa nova ampliação da retaliação pela morte do líder supremo do Irão, o 'ayatollah' Ali Khamenei.


Milícia xiita iraquiana reivindica ataque contra tropas dos EUA





O grupo, Saraya Awliya al-Dam, que reivindicou o ataque, é uma das milícias xiitas que operam no Iraque desde a invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003, que derrubou Saddam Hussein.



Os Estados Unidos e o Iraque não comentaram imediatamente a reivindicação do ataque, que acontece no momento em que milícias apoiadas pelo Irão, incluindo o grupo libanês Hezbollah, entraram na guerra iniciada por Washington e Jerusalém contra a teocracia iraniana.



Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para alegadamente "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com o lançamento de mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".



O Irão confirmou este domingo a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989, e decretou um período de luto de 40 dias.


Além da morte de Khamenei, Teerão confirmou a morte de várias figuras de topo na hierarquia militar e política do país.



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Pelo menos 20 mortos em ataques noturnos a Teerão




Pelo menos 20 pessoas morreram hoje num ataque de Israel e Estados Unidos contra uma praça central de Teerão, que sofreu várias vagas de bombardeamentos durante a noite.


Pelo menos 20 mortos em ataques noturnos a Teerão





O ataque na praça Nilufar destruiu várias casas e causou, pelo menos, 20 mortos, de acordo com a agência Mehr.



Os meios de comunicação iranianos não informaram sobre possíveis alvos nessa zona, mas no local está localizada uma esquadra da polícia.



A emissora SNN mostrou imagens de feridos entre os escombros de edifícios destruídos, incluindo crianças.



Entretanto, ataques aéreos no oeste do Irão mataram, pelo menos, três pessoas hoje, informou a agência de notícias oficial IRNA.



Prédios residenciais na cidade de Sanandaj foram atingidos pelos ataques aéreos, de acordo com o governador Gharib Sajjadi, citado pela IRNA.



"Três pessoas morreram e várias outras ficaram feridas", disse o responsável, acrescentando que o número de mortos deve aumentar.



O Ministério da Saúde iraniano elevou para 180 o número de mortos pelo ataque à escola feminina de Minab, no sul do país, durante a ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra o país persa, iniciada no sábado.



O número de vítimas iranianas na guerra iniciada por Israel e pelos Estados Unidos é desconhecido. A última contagem oficial foi feita no sábado, quando foram relatadas 200 mortes.


Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, alegadamente para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".



O Irão já confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.



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Coluna de fumo no topo da embaixada dos Estados Unidos no Kuwait




Uma espessa coluna de fumo negra subia hoje da embaixada dos Estados Unidos no Kuwait, informou a agência France-Presse (AFP) neste emirado do Golfo.


Coluna de fumo no topo da embaixada dos Estados Unidos no Kuwait




"Não venham à embaixada", pediu a representação diplomática norte-americana em comunicado, referindo uma "ameaça persistente de ataques com mísseis e drones" e precisando que o pessoal da embaixada está "confinado no local".



Antes disso, sirenes soaram na capital do Kuwait.



A defesa aérea do Kuwait intercetou "um certo número de alvos aéreos hostis ao amanhecer de hoje", de acordo com o diretor-geral da defesa civil do Ministério do Interior do Kuwait, Mohammed Almansouri, citado pela agência Kuna.



O mesmo responsável acrescentou que a situação no país estava "estável e que não havia motivo para preocupação", escreveu a agência.


Estes eventos ocorrem numa altura em que o Irão realiza ataques contra os países do Golfo, em retaliação à morte do 'ayatollah' Khamenei, morto num ataque israelo-americano lançado na madrugada de sábado.



Pelo menos uma pessoa foi morta e outras 32 ficaram feridas no Kuwait, todas de nacionalidade estrangeira, desde o início dos ataques de retaliação iranianos, informou o Ministério da Saúde no domingo.



Israel e Estados Unidos alegaram ter lançado o ataque militar contra o Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".



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Filmado momento em que F-15 é abatido junto a embaixada no Kuwait




Momento em que um caça f-15 é abatido no Kuwait ficou registado em vídeo. Pilotos terão sobrevivido.


Filmado momento em que F-15 é abatido junto a embaixada no Kuwait
Vídeo




O momento em que um caça F-15 norte-americano é abatido ficou filmado em imagens. O incidente aconteceu junto à embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) no Kuwait, na manhã desta segunda-feira.



Nas imagens pode ver-se também a embaixada em chamas, na sequência de um ataque iraniano. Segundo a imprensa internacional, vários aparelhos militares dos EUA foram esta manhã atingidos.



A causa do acidente ainda não é conhecida, mas os pilotos parecem ter sobrevivido, dado que foram vistos a ejetar-se do aparelho em segurança, indica o NY Post.



"Não venham à embaixada", pediu a representação diplomática norte-americana em comunicado, referindo uma "ameaça persistente de ataques com mísseis e drones" e precisando que o pessoal da embaixada está "confinado no local".



Antes disso, as sirenes soaram na capital do Kuwait.


Tensão no Kuwait intensificou-se esta manhã




A defesa aérea do Kuwait intercetou "um certo número de alvos aéreos hostis ao amanhecer de hoje", de acordo com o diretor-geral da defesa civil do Ministério do Interior do Kuwait, Mohammed Almansouri, citado pela agência Kuna.



O mesmo responsável acrescentou que a situação no país estava "estável e que não havia motivo para preocupação", escreveu a agência.



Estes eventos ocorrem numa altura em que o Irão realiza ataques contra os países do Golfo, em retaliação à morte do 'ayatollah' Khamenei, morto num ataque israelo-americano lançado na madrugada de sábado.




Novo conflito começou no sábado



Israel e Estados Unidos alegaram ter lançado o ataque militar contra o Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".


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Guarda Revolucionária afirma que 560 militares dos EUA foram mortos ou feridos




A Guarda Revolucionária iraniana afirmou hoje que 560 militares norte-americanos foram mortos ou feridos em ataques com mísseis e drones lançados em retaliação à ofensiva dos Estados Unidos e de Israel ao Irão.


Guarda Revolucionária afirma que 560 militares dos EUA foram mortos ou feridos





O Comando Central das Forças Armadas norte-americanas confirmou até agora apenas três militares mortos, sete feridos em estado grave e vários outros com ferimentos ligeiros, sem fornecer pormenores sobre o local ou as circunstâncias destas mortes.



"Os ataques a bases norte-americanas resultaram na morte ou ferimentos de 560 soldados norte-americanos, até ao momento", informou a Guarda Revolucionária, a unidade militar ideológica de elite das Forças Armadas iranianas, num comunicado.



Destacou, em particular, haver 40 mortos e 60 feridos na cidade israelita de Haifa, em consequência dos seus ataques de retaliação, nos quais também terá participado a aviação militar iraniana.



No comunicado, a Guarda Revolucionária indicou ter lançado no domingo a sétima e a oitava vagas de ataques, no âmbito da Operação Verdadeira Promessa, o nome dado pelas autoridades iranianas ao seu fogo de retaliação contra os Estados Unidos, Israel e outros países da região do Médio Oriente.



Segundo a unidade militar iraniana, há relatos de um "contínuo som de sirenes e movimento de ambulâncias dentro das bases norte-americanas e israelitas", que causou "um estado de confusão e crise psicológica".



"A pressão militar vai continuar, para apertar-lhes ainda mais o cerco", afiançou.



Para tal, prosseguirão os ataques com mísseis e drones e prometeram "informar o povo iraniano dos resultados das operações" e das "conquistas ofensivas".


Em concreto, os guardas da Revolução Islâmica mencionam as bases Ali al-Salem e Mohamed al-Ahmad, no Kuwait, a base de Mina Salman, no Bahrein, e ataques a três petroleiros propriedade dos Estados Unidos e do Reino Unido que se encontravam no Golfo Pérsico e no estreito de Ormuz.



Na nota de imprensa, a unidade militar de elite dá também conta da "completa destruição" de um radar THAAD do sistema de defesa antimísseis israelita em Al-Ruwais, nos Emirados Árabes Unidos.



Referiu ainda o abate de 22 "drones inimigos" sobre território iraniano desde o início da ofensiva israelo-norte-americana, a maioria dos quais do tipo Hermes e divulgou imagens do que parece ser a queda de um drone MQ-9 Reaper.



Israel e Estados Unidos lançaram no sábado de manhã um ataque ao Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região e alvos israelitas.



O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".



Washington exige que o Irão cesse o enriquecimento de urânio e limite o alcance dos seus mísseis, o que Teerão recusa, aceitando apenas cortes no seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções em vigor.



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Tripulações de caças dos EUA despenhados no Kuwait sobreviveram




Vários aviões de combate norte-americanos despenharam-se hoje no Kuwait, mas as tripulações sobreviveram, declarou o Ministério da Defesa do Kuwait, no terceiro dia de guerra.


Tripulações de caças dos EUA despenhados no Kuwait sobreviveram




"As autoridades competentes iniciaram de imediato as operações de busca e salvamento e procederam à retirada das tripulações, transferindo-as para o hospital", informou o porta-voz do ministério que não especificou o número de aparelhos envolvidos.



A causa do acidente não foi especificada.



O Ministério da Defesa do Kuwait acrescentou que as "autoridades competentes" estão a investigar as causas do incidente e pediu aos cidadãos do emirado e aos meios de comunicação social locais que procurem informações em fontes oficiais.



Entretanto, os meios de comunicação iranianos noticiaram hoje a queda de um caça bombardeiro F-15 norte-americano que tentava atacar território iraniano e que se terá despenhado no Kuwait.



O Irão anunciou também que várias aeronaves norte-americanas "caíram hoje", referindo que as tripulações sobreviveram.



"Um caça F-15 das forças armadas norte-americanas, que tentava violar o espaço aéreo do país~(Irão), foi atingido", declarou a agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana.



A agência iraniana indicou que os destroços da aeronave caíram no Kuwait.



Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visou "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como "ameaça existencial".



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Refinaria na Arábia Saudita atacada por drones iranianos




A refinaria de petróleo de Ras Tanura, na Arábia Saudita, foi hoje alvo de um ataque de drones, anunciou o Ministério da Defesa do reino, tendo as autoridades abatido as aeronaves que se aproximavam.


Refinaria na Arábia Saudita atacada por drones iranianos





A Arábia Saudita é dos países do Golfo que têm sido alvo de ataques do Irão desde sábado, em retaliação pela ofensiva de grande envergadura que os Estados Unidos e Israel têm em curso contra a República Islâmica.



Um porta-voz militar saudita fez o anúncio do ataque à refinaria através da agência estatal Saudi Press Agency, segundo a agência norte-americana AP.



A agência especializada Bloomberg noticiou que a refinaria parou na sequência do ataque.



Vídeos partilhados na internet a partir do local pareceram mostrar uma espessa nuvem de fumo negro a subir após o ataque, referiu a AP.



Mesmo os drones intercetados com sucesso causam detritos que podem provocar incêndios e ferir quem se encontra no solo.



A refinaria de Ras Tanura, localizada no Golfo, é uma das maiores da região, com capacidade para 550.000 barris de petróleo bruto por dia, segundo a agência francesa AFP.


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"Arde no inferno". Pivot surpreende com mensagem para Ali Khamenei




Pivot australiana recorreu à língua persa para deixar uma mensagem ao líder do Irão, Ali Khamenei, após saber-se que tinha sido abatido pelas forças norte-americanas.


Arde no inferno. Pivot surpreende com mensagem para Ali Khamenei
Vídeo




Uma jornalista da cadeia australiana Sky News surpreendeu todos quando, em direto, se dirigiu a Ali Khamenei, após a notícia da sua morte, este fim de semana. Rita Panahi foi notícia internacionalmente por um momento contundente, em que se dirigiu ao líder supremo do Irão.



A jornalista deixou vários telespetadores de boca aberta ao recorrer à sua língua materna, o persa, para, de forma, revoltada, assinalar a morte de Ali Khameni.


"Não quero deixar acabar este editorial sem esta mensagem para o líder supremo do Irão", afirmou em inglês, atirando depois em persa: "Arde no inferno, filho da mãe", disse, antes de passar a palavra a outro comentador.



O momento foi partilhado em várias contas nas redes sociais e contou com mais de 100 mil visualizações.



Antes de proferir esta frase, a profissional, reconheceu que este "seria o editorial mais curto que alguma vez farei", e referiu, ainda, que o Irão "será libertado em breve".



"Após 47 anos de tirania, o ditador está morto. Nunca pensei que iria assistir a este dia", afirma a jornalista.



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"O Irão, ao contrário dos EUA, preparou-se para uma guerra longa"




O chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, Ali Larijani, declarou hoje que o país está preparado para uma guerra longa, no terceiro dia do conflito dos Estados Unidos e Israel contra o Irão.


O Irão, ao contrário dos EUA, preparou-se para uma guerra longa




"O Irão, ao contrário dos Estados Unidos, preparou-se para uma guerra longa", declarou Ali Larijani, na rede social X, em inglês.



O chefe do principal órgão de segurança do Irão já havia rejeitado, anteriormente, qualquer negociação com os Estados Unidos.




"Defenderemos ferozmente a nossa civilização de seis mil anos a qualquer custo e faremos com que os nossos inimigos se arrependam do seu erro de cálculo", afirmou ainda.




Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



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Teerão e Telavive: De aliados a inimigos declarados. Os pontos essenciais




Aliado de Israel sob o regime do xá, o Irão, alvo desde sábado de uma ofensiva norte-americana e israelita, passou, após a revolução islâmica de 1979, para o campo dos inimigos declarados de Telavive.


Teerão e Telavive: De aliados a inimigos declarados. Os pontos essenciais




Segue-se um ponto da situação das relações entre os dois países, numa altura em que travam, desde sábado, uma guerra sem precedentes.



Da aproximação à rutura




Dois anos após a criação de Israel, o Irão foi, em 1950, o segundo país muçulmano, depois da Turquia, a reconhecer o novo Estado. O Irão acolhia então a maior comunidade judaica do Médio Oriente.



Israel dispunha no Irão de uma importante missão diplomática e importava deste país 40% das suas necessidades de petróleo, em troca de armas, tecnologias e produtos agrícolas.



A temida Savak, polícia política iraniana, foi criada em 1957 com a ajuda da CIA norte-americana e posteriormente da Mossad israelita.


Contudo, em 1979, com a instauração da República Islâmica, o Irão cessou todas as relações oficiais com Israel, deixando de o reconhecer. Mantiveram-se, no entanto, ligações comerciais informais.



Em 1980, a Jihad Islâmica, de inspiração iraniana, tornou-se a primeira organização palestiniana islamista a pegar em armas contra Israel.


Durante a guerra Irão-Iraque (1980-1988), Israel forneceu, ainda assim, mísseis a Teerão. A transação foi revelada no âmbito do caso das vendas de armas norte-americanas ao Irão (Irangate), que visava obter a libertação de reféns norte-americanos detidos no Líbano.


O Hezbollah, braço armado do Irão




Em 1982, Israel invadiu o Líbano para expulsar combatentes palestinianos. Os Guardiães da Revolução, exército ideológico da República Islâmica, ajudaram a criar o Hezbollah, movimento xiita que se implantou no sul do Líbano e conduziu uma luta armada contra Israel.



O Irão e o Hezbollah são acusados por Israel de envolvimento em vários atentados contra interesses israelitas ou judaicos no estrangeiro.



O Irão arma-se, Israel alarma-se




Em 1998, o Irão afirmou ter testado pela primeira vez o míssil solo-solo Shahab-3, com um alcance de 1.300 quilómetros, capaz de atingir Israel.


O então Presidente ultraconservador Mahmoud Ahmadinejad, eleito em 2005, previu por diversas vezes o desaparecimento de Israel.


O Irão retomou as atividades de enriquecimento de urânio, afirmando desenvolver o programa nuclear para fins civis, enquanto os países ocidentais receavam que procurasse dotar-se de armas nucleares.




Em 2015, o Irão celebrou com as grandes potências internacionais um acordo que enquadrava o seu programa nuclear. Israel apoiou os Estados Unidos quando estes se retiraram unilateralmente do acordo, três anos depois.




Síria, palco de confrontos




Após 2011, grupos apoiados pelo Irão, incluindo o Hezbollah, ajudaram a manter Bashar al-Assad no poder durante mais de 13 anos de guerra civil, ao mesmo tempo que eram regularmente alvo de bombardeamentos israelitas.



Com a queda do poder sírio, em dezembro de 2024, Teerão perdeu um elo essencial do seu "eixo da resistência" face a Israel.



Em 2020, os Acordos de Abraão conduziram à normalização das relações entre Israel e vários países árabes, entre os quais os Emirados Árabes Unidos e o Barém.



Mísseis iranianos contra Israel




Os ataques entre os dois países intensificaram-se após o início da guerra na Faixa de Gaza, desencadeada pelo ataque sem precedentes do movimento islamista palestiniano Hamas (aliado do Irão), a 07 de outubro de 2023, em território israelita.



A 13 de abril de 2024, em resposta a um ataque atribuído a Israel contra a secção consular da embaixada iraniana em Damasco, o Irão lançou um ataque com 'drones' e mísseis contra Israel, na primeira operação militar iraniana a visar diretamente território israelita desde 1979.



A 01 de outubro, o Irão lançou um novo ataque com mísseis contra Israel, depois de o líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, e o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, terem sido mortos em operações israelitas, em Teerão e perto de Beirute, respetivamente.



Guerra de 12 dias




Em junho de 2025, Israel desencadeou uma guerra de 12 dias entre os dois países. Israel atacou nomeadamente instalações nucleares no Irão, com o apoio dos Estados Unidos, até à entrada em vigor de um frágil cessar-fogo, a 24 do mesmo mês.



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Trump diz que a "grande vaga" ainda está por vir na guerra com o Irão




Donald Trump garante que os militares dos EUA estão a "dar uma tareia" ao Irão, mas que a "grande vaga" ainda está por vir. Na entrevista telefónica à CNN Internacional, o presidente terá abordado vários tópicos, incluindo a duração prevista do conflito, a sua surpresa com a ampla retaliação do Irão e o plano de sucessão esperado para o país.


Trump diz que a grande vaga ainda está por vir na guerra com o Irão




O presidente norte-americano, Donald Trump, garante que os militares dos Estados Unidos estão a "dar uma tareia" ao Irão, mas que a "grande vaga" de ataques ainda está por vir. As afirmações foram feitas numa conversa telefónica de nove minutos com a CNN Internacional.



"Estamos a dar-lhes uma tareia", referiu Trump, acrescentando: "Acho que está a correr muito bem. É muito poderoso. Temos o melhor exército do mundo e estamos a usá-lo".


Na entrevista, Trump terá abordado vários tópicos, incluindo a duração prevista do conflito, a sua surpresa com a ampla retaliação do Irão e o plano de sucessão esperado para o país.



Sobre a possível duração da guerra, disse não querer "que se prolongue por muito tempo". "Sempre achei que seriam quatro semanas e estamos ligeiramente adiantados", revelou



Questionado sobre se os Estados Unidos estão a fazer mais alguma coisa, além dos ataques militares, com o intuito de ajudar o povo iraniano, o presidente norte-americano limitou-se a responder que "sim". "Estamos sim. mas neste momento queremos que toda a gente fique dentro de casa. Não é seguro no exterior", procedendo para dizer que está prestes a ficar menos seguro.



"Ainda nem começamos a atingi-los com força. A grande vaga ainda nem chegou. A grande vaga está a chegar em breve", atirou.



Para o presidente norte-americano, até agora "a maior surpresa" tem sido os ataques iranianos contra os países árabes na região - Jordânia, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Qatar e o Bahrain. "Ficámos surpresos. Nós dissemos-lhes 'nós tomamos conta disto' e agora querem lutar. E estão a lutar agressivamente. Iam estar muito pouco envolvidos e agora insistem em envolver-se", explicou.



Trump tomou o momento para elogiar ainda os líderes árabes, classificando-os como "rijos e espertos".



"Essa foi provavelmente a maior surpresa", assumiu. Destacou ainda que a ameaça nuclear iraniana tem sido um problema na região: "É preciso entender, eles viveram sob essa nuvem negra durante anos. É por isso que nunca conseguiram ter paz".



Sucessão no Irão?




Sobre quem poderia surgir para liderar o Irão, o chefe de Estado norte-americano afirmou: "Não sabemos quem será a liderança. Não sabemos quem escolherão. Talvez tenham sorte e consigam alguém que saiba o que está a fazer".



Segundo recordou, os iranianos perderam "muito em termos de liderança" devido aos ataques iniciais. "Quarenta e nove pessoas", disse, continuando: "Foi um ataque impressionante".


"Ficaram um pouco arrogantes" ao encontrarem-se todos no mesmo sítio" e "pensaram que eram indetetáveis. Não eram. Ficámos chocados com isso", elaborou.


"Eram os líderes, e alguns deles estavam a ser considerados", disse Trump. Após as mais de quatro dezenas de mortos, "não sabemos quem está a liderar o país agora. Eles não sabem quem está a liderar. É um pouco como a fila do desemprego".



O presidente afirmou ainda que a sua equipa tentou negociar com os iranianos, mas não foi possível "chegar a um acordo com aquelas pessoas". Segundo revelou, cada nova oferta era recebida com uma retratação relativamente às ofertas anteriores".



A ação militar "é a forma" de lidar com o Irão, considerou. "Portanto, está a correr bem", rematou no final da chamada.




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Starmer responde a Trump e reitera: Londres não vai participar em ataques




O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, respondeu hoje às críticas do Presidente norte-americano sobre a falta de apoio à operação militar dos Estados Unidos e Israel no Irão, e insistiu que Londres não vai juntar-se aos ataques.


Starmer responde a Trump e reitera: Londres não vai participar em ataques




"O Reino Unido não se envolveu nos ataques iniciais dos EUA e de Israel ao Irão. Essa decisão foi deliberada. Acreditamos que o melhor caminho a seguir para a região e para o mundo é um acordo negociado no qual o Irão concorde em desistir de quaisquer aspirações de desenvolver uma arma nuclear e cesse as suas atividades desestabilizadoras em toda a região", afirmou no parlamento.



Starmer lembrou que "essa tem sido a posição de longa data dos sucessivos governos britânicos".



"O Presidente Trump expressou o seu desacordo com a nossa decisão de não nos envolvermos nos ataques iniciais, mas é meu dever julgar o que é do interesse nacional do Reino Unido. Foi isso que fiz e mantenho a minha posição", salientou.



Numa entrevista hoje ao jornal Daily Telegraph, Trump disse estar "muito desapontado com Keir" e que o chefe de Governo "demorou demasiado tempo" a mudar de opinião sobre a utilização das bases britânicas.



Além de não ter participado nos ataques militares que começaram no sábado, Londres também não permitiu que os EUA usassem bases britânicas no Reino Unido ou na ilha de Diego Garcia, no Oceano Índico.


Mas, no domingo, o primeiro-ministro, Keir Starmer, anunciou que concordou em permitir que os EUA usem as bases em território britânico para ataques ao Irão em resposta aos ataques iranianos a interesses britânicos e aos aliados no Golfo, invocando o Direito internacional.



"Ontem à noite, tomámos a decisão de aceitar esse novo pedido, a fim de impedir que o Irão disparasse mísseis pela região, matando civis inocentes, colocando vidas britânicas em risco e atingindo países que não estiveram envolvidos", explicou Starmer hoje aos deputados.



"Para ser claro, o uso das bases britânicas está limitado aos fins defensivos acordados. Não estamos a juntar-nos aos ataques ofensivos dos EUA e de Israel", referiu.



O Partido Conservador e o Partido Reformista, ambos à direita, defendem que o Governo britânico deve apoiar a operação militar dos EUA e Israel, enquanto os Liberais Democratas e Verdes, à esquerda, são contra e querem que a questão seja sujeita a um debate e votação parlamentar.




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Guarda Revolucionária iraniana afirma ter destruído base dos EUA no Bahrein




A Guarda Revolucionária iraniana anunciou hoje ter lançado uma nova onda de ataques, desta vez contra uma base militar dos Estados Unidos no Bahrein, e afirmou tê-la destruído.


Guarda Revolucionária iraniana afirma ter destruído base dos EUA no Bahrein




"Neste ataque, 20 drones e três mísseis atingiram os alvos, destruindo o principal edifício de comando e os quartéis da base aérea dos Estados Unidos e incendiando os seus depósitos de combustível", afirmou o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (CGRI) num comunicado divulgado pela agência iraniana Fars.



A informação iraniana situou os ataques na região de Sheikh Isa, no norte da pequena ilha do Golfo, e contabilizou-os como a décima quarta onda ofensiva.


Entre a noite de segunda-feira e esta manhã, o Irão lançou ataques contra países aliados dos Estados Unidos na região.


Horas antes, a Guarda Revolucionária anunciou a décima terceira onda de ataques contra bases norte-americanas em países da região, como Kuwait e Emirados Árabes Unidos, bem como contra Israel.



A embaixada dos Estados Unidos em Riade, na Arábia Saudita, também foi alvo do ataque de dois drones, embora as autoridades iranianas não tenham confirmado a autoria.


O Ministério da Defesa saudita também indicou ter intercetado oito drones ao longo da noite, assim como o Governo do Qatar, que afirma ter intercetado 98 mísseis balísticos de um total de 101 e 24 drones de 39 desde o início da resposta iraniana.


As tensões não param de aumentar desde que, no sábado, Israel e Estados Unidos lançaram um ataque conjunto contra o Irão que causou centenas de mortos, incluindo o líder supremo iraniano, Ali Khamenei.



Teerão respondeu desde então e atacou Israel, Jordânia, Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Omã e Barhrein.


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Seis militares dos EUA mortos na ofensiva contra o Irão




O Exército norte-americano elevou hoje para seis o número de militares mortos na ofensiva em curso contra o Irão, após confirmar a morte de mais dois efetivos dados como desaparecidos.​


Seis militares dos EUA mortos na ofensiva contra o Irão




Em comunicado, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) afirmou que "as forças norte-americanas recuperaram recentemente os restos mortais de dois militares que estavam desaparecidos numa instalação atingida durante os ataques iniciais do Irão na região".



O Pentágono (Departamento de Defesa norte-americano) tinha confirmado no domingo a morte de três militares e já hoje o CENTCOM indicou que um quarto militar, gravemente ferido durante os ataques iniciais iranianos, acabou por sucumbir aos ferimentos.



As forças norte-americanas sublinharam, contudo, que "as principais operações de combate continuam" e que o "esforço de resposta" permanece em curso.



Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.



O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".



O Irão já confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.



Pelo menos 555 pessoas morreram no Irão desde o início dos ataques, segundo a organização humanitária Crescente Vermelho iraniano. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de quatro militares norte-americanos.



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Cinco membros da Guarda Revolucionária mortos em ataques de Israel e EUA




Pelo menos cinco membros da Guarda Revolucionária morreram em ataques nas cidades iranianas de Jam e Dir, na província de Bushehr, informaram hoje um jornal do Irão.


Cinco membros da Guarda Revolucionária mortos em ataques de Israel e EUA





"Na sequência do ataque norte-americano e israelita às cidades de Dir e Jam, na província de Bushehr, cinco membros da Força Aérea e da Marinha da Guarda Revolucionária perderam a vida", indicou o jornal Shargh.



O Crescente Vermelho iraniano informou na segunda-feira que 555 pessoas já morreram na guerra no país persa, enquanto a organização não-governamental opositora HRANA, com sede nos Estados Unidos, aponta para 742 vítimas mortais.




A resposta do Irão tem sido um ataque constante contra Israel e contra bases militares norte-americanas em países da região como Kuwait, Bahrein, Qatar, Arábia Saudita ou Emirados Árabes Unidos.




Pelo menos seis militares norte-americanos morreram desde o início da operação contra o Irão.




Na madrugada desta terça-feira, a embaixada dos EUA em Riade, Arábia Saudita, foi atingida por drones, sem que haja, para já, informação sobre vítimas.



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