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Ficheiros Epstein

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Epstein terá apresentado menor de 14 anos a Trump: "Esta é boa, não é?"




Jeffrey Epstein terá apresentado uma menina de 14 anos a Donald Trump em Mar-a-Lago, na Florida, segundo os documentos judiciais divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Note-se, no entanto, que a vítima não fez qualquer acusação contra o atual presidente norte-americano.


Epstein terá apresentado menor de 14 anos a Trump: Esta é boa, não é?





Nos últimos dias têm surgido novas informações acerca da possível ligação entre o pedófilo Jeffrey Epstein e o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.



Nos mais recentes documentos judiciais divulgados pelo Departamento de Justiça norte-americano, citados pela BBC, Jeffrey Epstein terá apresentado uma menina de 14 anos a Donald Trump em Mar-a-Lago, na Florida.


Durante o alegado encontro, na década de 1990, o ex-magnata terá dado uma cotovelada ao republicano e "perguntou-lhe em tom de brincadeira", referindo-se à menor de idade: "Esta é boa, não é?".


Donald Trump terá sorrido e acenado com a cabeça como um sinal de concordância.



O documento divulgada dá ainda conta que "ambos riram baixinho" e que a menina ter-se-á sentido desconfortável, mas, "na altura, era muito jovem para entender o porquê".



A vítima alega ter sido aliciada e abusada por Jeffrey Epstein durante vários anos. No entanto, no processo judicial, a mulher, na altura com apenas 14 anos, não faz qualquer tipo de acusação ao atual presidente norte-americano. Aliás, até ao momento, nenhuma das vítimas de Epstein fez qualquer acusação contra Trump.


De notar que o republicano já afirmou ter sido amigo de Jeffrey Epstein ao longo de vários anos, mas revelou que ambos se desentenderam em 2004, tendo cortado relações.


O que mostram os ficheiros divulgados?




Recorde-se que, na semana passada, dia 12 de dezembro, a House Oversight Committee [Comité de Supervisão da Câmara, na tradução livre] divulgou mais fotografias de pertencentes ao património de Jeffrey Epstein, que incluem personalidades como Donald Trump, Bill Clinton ou Bill Gates.




Clinton, Gates e até Woody Allen. Reveladas 20 novas fotos de Epstein


Clinton, Gates e até Woody Allen. Reveladas 20 novas fotos de Epstein




Foram divulgadas, esta sexta-feira, quase 20 fotografias do património de Jeffrey Epstein. Nas imagens é possível ver várias personalidades, como Donald Trump, Bill Gates, Woody Allen ou Richard Branson.




Já esta sexta-feira, dia 19 de dezembro, foi tornado público mais conteúdo dos ficheiros de Jeffrey Epstein. Por exemplo, numa das imagens divulgadas, é possível ver o ex-presidente Bill Clinton surge relaxado num jacuzzi, com os braços atrás da cabeça, acompanhado por outra pessoa cujo rosto foi desfocado.




Em duas das fotos, aparece ao lado de Epstein e, noutras, numa festa com o cantor e compositor britânico Mick Jagger, embora o financeiro não esteja presente nestas últimas fotos.



Ficheiros Epstein mostram Clinton num jacuzzi e em festas com Jagger e Jackson


Ficheiros Epstein mostram Clinton num jacuzzi e em festas com Jagger e Jackson



Imagens do ex-presidente norte-americano Bill Clinton a relaxar num jacuzzi e fotografias de Jeffrey Epstein, criminoso sexual condenado, com celebridades como Mick Jagger e Michael Jackson, estão entre os milhares de ficheiros divulgados na sexta-feira pelo Departamento de Justiça.




Vítimas de Epstein satisfeitas com divulgação (mas criticam falta de informação)




Algumas das vítimas do criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein saudaram a divulgação, na sexta-feira, de milhares de arquivos do caso pelo Departamento de Justiça, mas questionaram a falta de mais dados e informações fundamentais.




"Há muita informação, mas não tanta como gostaríamos de ver", disse Dani Bensky, sobrevivente de Epstein, numa entrevista à NBC News.



Bensky acrescentou que, apesar disso, a revelação confirma a veracidade das denúncias das vítimas: "Há uma parte de mim que se sente um pouco validada nesta altura, porque penso que muitos de nós têm estado a dizer 'não, isto é real, não somos uma farsa'".



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Ficheiros Epstein mostram Clinton num jacuzzi e em festas com Jagger e Jackson




Imagens do ex-presidente norte-americano Bill Clinton a relaxar num jacuzzi e fotografias de Jeffrey Epstein, criminoso sexual condenado, com celebridades como Mick Jagger e Michael Jackson, estão entre os milhares de ficheiros divulgados na sexta-feira pelo Departamento de Justiça.


Ficheiros Epstein mostram Clinton num jacuzzi e em festas com Jagger e Jackson






Numa das imagens divulgadas pelo Departamento de Justiça, Clinton surge relaxado num jacuzzi, com os braços atrás da cabeça, acompanhado por outra pessoa cujo rosto foi desfocado.




A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, foi uma das primeiras a partilhar a fotografia na sua conta na rede social X, reagindo com uma mensagem de espanto: "Meu Deus!".



Os documentos desclassificados incluem pelo menos outras cinco imagens da ex-presidente democrata.





Em duas das fotos, aparece ao lado de Epstein e, noutras, numa festa com o cantor e compositor britânico Mick Jagger, embora o financeiro não esteja presente nestas últimas fotos.


O Departamento de Justiça dos EUA divulgou um total de 3.965 ficheiros, com aproximadamente 3 gigabytes, distribuídos por quatro novos conjuntos de dados.


A maioria são documentos PDF, além de um ficheiro de vídeo e várias imagens individuais, algumas das quais integradas em dossiers com várias páginas.



As autoridades sublinharam que a natureza sensível do caso exigiu a revisão e a redação de cada documento para proteger a informação privada e a identidade das vítimas.



Especialistas e analistas alertaram que a divulgação completa dos ficheiros pode não fornecer novas informações substanciais sobre a rede de relações de Epstein.


Epstein morreu por suicídio na prisão, segundo as autoridades, depois de ter sido condenado por tráfico sexual e aliciamento de menores para prostituição.


Trump, que inicialmente se mostrou relutante em apoiar a divulgação dos documentos, acabou por sancionar a lei depois de constatar o amplo apoio no Congresso.


O presidente republicano é mencionado várias vezes nos arquivos relacionados com Epstein, com quem mantinha amizade antes de alegar ter cortado relações em 2004, anos antes da primeira acusação formal contra o financeiro.



Por sua vez, o procurador-geral adjunto Todd Blanche alertou na sexta-feira que não será possível divulgar todos os documentos exigidos por lei de uma só vez devido ao seu volume, e antecipou que o Departamento de Justiça espera divulgar "mais algumas centenas de milhares" de ficheiros nas próximas semanas.



A divulgação destes documentos era há muito exigida pela opinião pública, que tem interesse em saber se algum dos associados ricos e poderosos de Epstein tinha conhecimento --- ou participava --- nos abusos.



As acusadoras de Epstein também procuram há algum tempo respostas sobre o motivo pelo qual as autoridades federais encerraram a investigação inicial sobre as alegações em 2008.




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Bill Clinton num jacuzzi? "É um ajuste de contas", diz ex-assessor




O ex-assessor de Bill Clinton reagiu à mais recente divulgação dos ficheiros de Epstein, onde aparece várias vezes o ex-presidente norte-americano. Numa das imagens, Clinton surge dentro de um jacuzzi na companhia de Ghislaine Maxwell e de uma outra mulher não identificada.


Bill Clinton num jacuzzi? É um ajuste de contas, diz ex-assessor







O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, tem estado debaixo dos holofotes desde que foram divulgadas várias fotografias suas com o pedófilo condenado Jeffrey Epstein. Nas mais recentes, Clinton, de 79 anos, surge num jacuzzi acompanhado de Ghislaine Maxwell, que cumpre 20 anos de prisão, e de uma outra mulher não identificada.



O ex-assessor de Bill Clinton reagiu à mais recente divulgação dos ficheiros de Epstein e referiu ser "um ajuste de contas".



Bill Clinton, saliente-se, surge não só em fotografias dentro de um jacuzzi, como também abraçado a uma mulher num avião ou em fotografias com Epstein quando os dois passaram férias juntos e até no casamento do rei Mohammed VI de Marrocos, em 2002.




As inúmeras imagens de Bill Clinton nos ficheiros do pedófilo Jeffrey Epstein têm causado choque.




"Este é o ajuste de contas dele. Quer dizer, ligas na CNN e é disso que eles estão a falar. Recebi um milhão de mensagens sobre isto", contou o ex-assessor de Clinton, citado pelo New York Post.




E acrescentou: "As pessoas ficaram tipo: 'Não acredito que ele estava num jacuzzi. Quem é a mulher?'. É inacreditável, é chocante".




O ex-assessor referiu ainda que as imagens que têm sido divulgadas de Bill Clinton com Jeffrey Epstein poderão moldar a opinião pública após um ano de disseminação de teorias da conspiração sobre homens poderosos que poderão ter escapado impunes por condutas impróprias.




Há até quem esteja a comparar Bill Clinton com André, ex-príncipe, dizendo que o ex-presidente norte-americano "já está acabado".




Por outro lado, o gabinete de Clinton negou veemente qualquer irregularidade e tentou desviar as atenções para Donald Trump, amigo de Epstein entre os anos 1990 e 2000.



"A Casa Branca não escondeu estes arquivos durante meses para os divulgar numa sexta-feira à noite para proteger Bill Clinton", disse um porta-voz de Clinton ao Dailymail.




Na ótica do porta-voz, a Casa Branca estará a "proteger-se do que está por vir ou do que tentarão esconder para sempre".



"Podem divulgar fotografias granuladas de há 20 anos, mas isto não tem nada a ver com Bill Clinton. Nunca teve, nunca terá. Até a Susie Wiles disse que Donald Trump estava errado sobre Bill Clinton", disse.




Ficheiros Epstein mostram Bill Clinton num jacuzzi (e em outras ocasiões)





Imagens do ex-presidente norte-americano Bill Clinton a relaxar num jacuzzi e fotografias de Jeffrey Epstein, criminoso sexual condenado, com celebridades como Mick Jagger e Michael Jackson, estão entre os milhares de ficheiros divulgados na sexta-feira pelo Departamento de Justiça.



Numa das imagens divulgadas pelo Departamento de Justiça, Clinton surge relaxado num jacuzzi, com os braços atrás da cabeça, acompanhado por outra pessoa cujo rosto foi desfocado.



Os documentos desclassificados incluem pelo menos outras cinco imagens da ex-presidente democrata.




Ficheiros Epstein mostram Clinton num jacuzzi e em festas com Jagger e Jackson


Ficheiros Epstein mostram Clinton num jacuzzi e em festas com Jagger e Jackson


Imagens do ex-presidente norte-americano Bill Clinton a relaxar num jacuzzi e fotografias de Jeffrey Epstein, criminoso sexual condenado, com celebridades como Mick Jagger e Michael Jackson, estão entre os milhares de ficheiros divulgados na sexta-feira pelo Departamento de Justiça.



De recordar que Jeffrey Epstein morreu por suicídio na prisão, segundo as autoridades, depois de ter sido condenado por tráfico sexual e aliciamento de menores para prostituição.




Trump, que inicialmente se mostrou relutante em apoiar a divulgação dos documentos, acabou por sancionar a lei depois de constatar o amplo apoio no Congresso.



O presidente republicano é mencionado várias vezes nos arquivos relacionados com Epstein, com quem mantinha amizade antes de alegar ter cortado relações em 2004, anos antes da primeira acusação formal contra o financeiro.



Por sua vez, o procurador-geral adjunto Todd Blanche alertou na sexta-feira passada que não será possível divulgar todos os documentos exigidos por lei de uma só vez devido ao seu volume, e antecipou que o Departamento de Justiça espera divulgar "mais algumas centenas de milhares" de ficheiros nas próximas semanas.



A divulgação destes documentos era há muito exigida pela opinião pública, que tem interesse em saber se algum dos associados ricos e poderosos de Epstein tinha conhecimento - ou participava - nos abusos.


As acusadoras de Epstein também procuram há algum tempo respostas sobre o motivo pelo qual as autoridades federais encerraram a investigação inicial sobre as alegações em 2008.



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Trump voou pelo menos 8 vezes no avião privado de Epstein




O Presidente dos EUA, Donald Trump, terá voado pelo menos oito vezes no avião privado do criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, incluindo uma viagem apenas com Epstein e uma jovem de 20 anos, segundo documentos da Justiça norte-americana.


Trump voou pelo menos 8 vezes no avião privado de Epstein





Esta informação consta de um novo lote de milhares de ficheiros inéditos sobre o caso Epstein, que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicou na tarde de segunda-feira, mas que parece ter sido posteriormente apagado.



O jornal The Washington Post conseguiu, no entanto, descarregá-los antes de se tornarem indisponíveis.



Ao contrário dos ficheiros divulgados no sábado passado, os novos incluem várias menções a Trump, que tem tentado distanciar-se o mais possível de Epstein e dos seus crimes, avançou hoje o jornal.



"Quero que saibam que os registos de voo que recebemos ontem [segunda-feira] refletem que Donald Trump viajou no jato privado de Epstein muito mais vezes do que o anteriormente relatado (ou do que tínhamos conhecimento)", escreveu um procurador da Justiça do Distrito Sul de Nova Iorque num e-mail de janeiro de 2020, que está incluído nos autos do processo.



Trump voou nesse avião pelo menos oito vezes entre 1993 e 1996, escreveu o procurador, referindo que este período coincide com a investigação à cúmplice e ex-companheira de Epstein, Ghislaine Maxwell, que esteve em pelo menos quatro desses voos com o agora Presidente.



Em alguns casos, acrescentou o procurador, aqueles que viajaram no avião poderiam servir de testemunhas no caso contra Maxwell, que foi condenada em 2021 a 20 anos de prisão por tráfico sexual de menores.



Os documentos revelam ainda que o FBI reuniu várias pistas sobre a relação entre Trump e Epstein durante festas realizadas nas respetivas propriedades no início dos anos 2000, embora não confirmem se houve investigações subsequentes.



Além disso, os ficheiros mostram que os investigadores do caso Maxwell enviaram uma intimação a Mar-a-Lago, a mansão e clube privado de Trump em West Palm Beach, Florida, em 2021, adianta o The Washington Post.



O motivo desta intimação não é totalmente claro, mas os documentos indicam que um procurador federal estava à procura de documentos sobre pessoas que trabalharam no clube de Trump e que poderiam ser relevantes para o caso contra Maxwell.



"Não consegui localizar ninguém que se lembre de [informação omitida] a trabalhar em Mar-a-Lago em 2000", escreveu o procurador num e-mail incluído entre os novos documentos.


O novo lote de ficheiros inclui também uma carta de 22 páginas enviada pela divisão criminal do Departamento de Justiça dos Estados Unidos às autoridades do Reino Unido a pedir uma entrevista voluntária com a "Testemunha PA", referindo-se ao então príncipe britânico André.


O Rei Carlos III do Reino Unido retirou o título de príncipe e outras honras ao seu irmão André em novembro, depois deste ter caído em desgraça devido aos seus laços passados com Epstein e a negócios questionáveis.



O Departamento de Justiça lançou um 'site' na passada sexta-feira para acesso aos documentos da investigação sobre Epstein, se suicidou na prisão em 2019, após a aprovação de uma lei no Congresso que exige que o Governo divulgue todas as informações não classificadas do caso.



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Portugal aparece nos ficheiros de Jeffrey Epstein. Porquê? Entenda




Nos ficheiros divulgados sobre Jeffrey Epstein há, pelo menos, três referências a Portugal. Desde logo, o facto de o seu avião privado ter estado na ilha de Santa Maria, nos Açores, entre os anos 2002 e 2003. Surgem ainda os nomes de um ex-ministro português e dos Espírito Santo.


Portugal aparece nos ficheiros de Jeffrey Epstein. Porquê? Entenda





Há, pelo menos, três referências a Portugal nos ficheiros de Jeffrey Epstein, recentemente divulgados. Entre os milhares de documentos surge o nome de um ex-ministro português e, ao que tudo indica, o nome dos Espírito Santo.



Foi no dia 1 de outubro de 2010 que Jeffrey Epstein reencaminhou um e-mail - de um remetente que é não "claro" - para Jes Staley, o ex-presidente do Barclays Bank.



No corpo de texto, o autor pediu ao predador sexual para comparecer numa reunião de altas figuras políticas: "Jeffrey, por favor, venha. Poderá conversar a sós com cada um deles. A sua autorização de segurança foi aprovada".



E que nomes constam nessa lista de políticos?



Entre nomes de vários diplomatas e ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) de diversos países, encontra-se o nome de Luís Filipe Marques Amado, um ex-ministro do governo socialista de José Sócrates.


Está ainda escrito o nome de um antigo ministro dos Negócios Estrangeiro espanhol, Miguel Ángel Moratinos Cuyaubé e do seu homólogo luxemburguês, Jean Asselborn. Também o nome do antigo primeiro-ministro libanês, Saad Hariri consta na lista e de vários Xeiques.



Pode consultar o documento aqui (pág. 11): Ficheiros Jeffrey Epstein



Note-se, no entanto, que não fica claro nos documentos se, de facto, houve um encontro entre Epstein e os políticos mencionados.


O ex-ministro Luís Amado, numa reação à SIC Notícias, referiu nunca ter estado com Epstein: "Acho ridículo isso. Nunca vi esse senhor na minha vida".



Também o antigo ministro luxemburguês, em declarações ao Luxembourg Times, disse que só ouviu "o nome de Epstein pela primeira vez quando ele se suicidou na prisão, em 2009.



E o nome "Espírito Santo"?




Já numa agenda telefónica, que surge nos documentos divulgados, e que é denominada de "Black Book", aparece: "Santo, Mr. and Mrs M Espirito", seguindo-se a morada de uma rua no Estoril.



Notícias ao Minuto
© U.S. Deparment of Justice


Jeffrey Epstein esteve nos Açores




Sabe-se também, através dos registo de voo, que o avião privado do predador sexual esteve, pelo menos, quatro vezes na ilha de Santa Maria, nos Açores, entre 2002 e 2003.



Na primeira viagem que aparece, Epstein esteve acompanhado por "Ghislaine Maxwell, Sarah Kellen, AP?, Cindy Lopez, Presidente Clinton, Doug Bands, Mike". Já segunda vez, a lista de passageiros era maior, aparecendo, não só os nomes anteriores, como também o nome do ator Kevin Spacey, Chaunte Davies, Chris Tucker, entre outros.


Veja a lista aqui: Registos dos voos do avião privado de Epstein



De recordar que o avião do magnata norte-americano tinha sido batizado de "Lolita Express", que é uma referência ao livro do russo-americano Vladimir Nabokov. "Lolita" é considerado um romance e conta a história de um professor que é obcecado sexualmente por adolescentes.


Estes documentos estão entre os milhares de registos de Jeffrey Epstein que têm vindo a ser divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter promulgado uma lei que obriga a sua administração a tornar públicos os ficheiros.



O que tem sido divulgado até agora?



Imagens da ilha privada



No início do mês de dezembro, começaram por ser tornadas públicas fotografias e vídeos "inéditos" da famosa ilha privada de Epstein, nas Caraíbas.



Nas imagens partilhadas é possível ver várias divisões da mansão localizada em Little St. James, nas Ilhas Virgens Americanas. No meio das várias fotografias, há uma que chama à atenção, uma vez que se assemelha a um consultório de dentista e nas paredes há várias máscaras penduradas de figuras históricas.


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"Angustiante". Divulgadas imagens da ilha privada de Jeffrey Epstein




Os democratas do Comité de Supervisão da Câmara divulgaram fotografias e vídeos "inéditos" da famosa ilha privada do pedófilo Jeffrey Epstein nas Caraíbas. As imagens mostram várias divisões da casa do pedófilo norte-americano.




Donald Trump, Bill Clinton ou Bill Gates também surgem nas fotografias



No dia 12 de dezembro, foram divulgadas mais fotografias pertencentes ao património de Jeffrey Epstein, que incluem personalidades como Donald Trump, Bill Clinton ou Bill Gates.



As quase 20 novas imagens podem mostrar, no entanto, novos momentos em que Epstein - que morreu na prisão depois de um escândalo sexual que envolveu menores - se relaciona com figuras no topo, não só dos anos 90, como também dos dias de hoje - incluindo Trump, atualmente presidente dos Estados Unidos.



Clinton, Gates e até Woody Allen. Reveladas 20 novas fotos de Epstein


Clinton, Gates e até Woody Allen. Reveladas 20 novas fotos de Epstein




Foram divulgadas, esta sexta-feira, quase 20 fotografias do património de Jeffrey Epstein. Nas imagens é possível ver várias personalidades, como Donald Trump, Bill Gates, Woody Allen ou Richard Branson.


Mais imagens de Bill Clinton... de Mick Jagger, Michael Jackson (e de crianças)



Já na semana passada, surgiram imagens do ex-presidente norte-americano Bill Clinton a relaxar num jacuzzi e fotografias de Jeffrey Epstein, criminoso sexual condenado, com celebridades como Mick Jagger e Michael Jackson.



Há ainda fotografias que mostram o pedófilo com meninas menores de idade. Há, por exemplo, imagens de Jeffrey Epstein com uma criança às cavalitas, outra no colo e há até uma fotografia, pendurada numa parede, onde aparece um bebé a tomar banho.




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Novos documentos apontam falhas na vigilância de Epstein antes da morte na prisão




Novos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre Jeffrey Epstein, o influente empresário condenado por crimes sexuais envolvendo menores, comprovam falhas na vigilância antes da sua morte na prisão, noticiou hoje o jornal The Washington Post.


Novos documentos apontam falhas na vigilância de Epstein antes da morte na prisão








Epstein morreu a 10 de agosto de 2019 numa prisão federal de Nova Iorque, após ter sido acusado de múltiplos crimes de tráfico sexual de jovens mulheres e raparigas menores de idade que poderiam resultar numa pena de prisão de até 45 anos.


A autópsia concluiu que o magnata se suicidou por enforcamento na sua cela, embora alegações não comprovadas de homicídio tenham circulado, incluindo entre membros do Congresso norte-americano e apoiantes do então Presidente Donald Trump, que acabou por regressar à Casa Branca em janeiro deste ano.



Os documentos agora tornados públicos, na sequência de uma lei aprovada pelo Congresso no mês passado, não apresentam qualquer indício de homicídio e reforçam a tese de que as autoridades prisionais falharam em monitorizar Epstein de forma adequada, segundo o The Washington Post.



Os documentos comprovam ainda uma tentativa de suicídio anterior, ocorrida a 23 de julho de 2019, quando Epstein foi encontrado semiconsciente no chão da cela com uma corda ao pescoço.




Relatórios médicos registaram escoriações e vermelhidão no pescoço, e fotografias anexadas identificam o episódio como "possível tentativa de suicídio".




Após esse incidente, Epstein foi colocado sob vigilância preventiva, com registos de observação a cada 15 minutos.




Uma das notas indica que o detido afirmou que o seu colega de cela tentou matá-lo, versão também mencionada por um funcionário, mas que não foi confirmada pelos investigadores, que não encontraram provas de agressão por parte do então companheiro de cela.




Os documentos incluem ainda entrevistas com um psicólogo prisional, segundo as quais Epstein afirmou que o suicídio contrariava a sua religião e que não gostava de sentir dor.




Apesar disso, poucos dias depois, o psicólogo-chefe da prisão expressou por 'e-mail' preocupações quanto à decisão de transferir Epstein da vigilância de prevenção de suicídio para observação psicológica, mudança que antecedeu a sua morte.



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Novos documentos incluem alegação de violação por Trump




Recorde-se que os novos documentos do caso Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça norte-americano, na terça-feira passada, incluem um depoimento, registado pelo FBI, sobre uma mulher que alegava ter sido violada por Donald Trump, atual presidente.




Incluído num novo lote de milhares de documentos divulgados sobre o caso do criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, o depoimento de 27 de outubro de 2020 não identifica a fonte das autoridades federais, nem a alegada vítima, uma vez que foram omitidos muitos detalhes.




Segundo o relato de um motorista de limusinas na região de Dallas, que afirma ter levado Trump para o Aeroporto de Fort Worth (Texas) em 1995, durante a viagem este disse coisas "muito perturbadoras", tanto que quase o tirou do carro "para o agredir".




Durante a chamada telefónica, Trump terá mencionado repetidamente o nome "Jeffrey" e referiu-se a "abusar de uma rapariga", de acordo com o motorista.




Relatou ainda que, quando contou sobre este encontro com Trump a uma mulher que conhecia, esta afirmou que "Donald J. Trump a tinha violado juntamente com Jeffrey Epstein", depois de uma rapariga "com um nome estranho" a ter "levado para um hotel ou edifício de luxo".




A pessoa que informou o FBI disse que aconselhou a mulher a "ligar para a polícia a informar sobre o incidente", mas esta respondeu: "Não posso, eles vão matar-me".




Novos documentos do caso Epstein incluem alegação de violação por Trump



Divulgação total dos ficheiros levará "mais algumas semanas"




O Departamento de Justiça do EUA (DOJ) informou hoje que a divulgação de todos os arquivos de Jeffrey Epstein poderá levar "mais algumas semanas", atrasando ainda mais o cumprimento do prazo de 19 de dezembro estabelecido pelo Congresso.



O departamento informou que o Ministério Público Federal do Distrito Sul de Nova Iorque, assim como o FBI, encontraram mais de um milhão de documentos que podem ser relevantes para o caso Epstein. O Departamento de Justiça não informou no comunicado quando foi informado sobre os novos arquivos.



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Amizade de Epstein e Trump terá terminado por incidente com massagista




A amizade de longa data entre Donald Trump e Jeffrey Epstein terminou em 2003, alegadamente após um incidente envolvendo uma massagista de Mar-a-Lago. A jovem de 18 anos, na altura, acusou o magnata de a pressionar a ter sexo com ele durante uma visita domiciliária.


Amizade de Epstein e Trump terá terminado por incidente com massagista







Décadas depois de a amizade de longa data entre Donald Trump e Jeffrey Epstein ter chegado a um fim (e mais de 20 anos de especulação sobre o porquê) a verdadeira razão para o desentendimento pode ter sido desvendada.



A informação é avançada pelo Wall Street Journal numa reportagem onde alega ter falado com vários antigos funcionários de Mar-a-Lago (o clube exclusivo do atual presidente dos Estados Unidos) que lá trabalharam entre o final da década de 90 e o início dos anos 2000.




Segundo os mesmos, a gota de água entre a amizade dos dois empresários terá acontecido em 2003 após o clube ter enviado uma massagista a casa de Epstein - algo que, dizem, não era incomum.



Nesse dia, a mulher, de apenas 18 anos na altura, regressou a Mar-a-Lago e foi direta ao gabinete de recursos humanos do clube, alegando que Epstein a tinha pressionado para ter sexo com ele.




Ao longo dos anos, os vários funcionários do clube que tinham ido a casa de Epstein relataram situações semelhantes aos colegas. O magnata era conhecido por ter conversas sexualmente sugestivas e impróprias e até por expor a nudez durante as consultas.




Em 2003, a acusação da jovem mudou a situação. Um dos gerentes de Mar-a-Lago enviou um fax a Donald Trump, contando-lhe o que a funcionária tinha dito e apelando que o hoje presidente dos Estados Unidos o banisse do clube.



Epstein, note-se, nunca pagou avença mensal a Mar-a-Lago, mas devido à sua proximidade com o dono, Trump deu instruções aos seus trabalhadores para que o tratassem como um membro de pleno direito.




A resposta de Trump ao gerente chegou pouco depois: Epstein foi banido, e com a expulsão terminou a amizade entre os dois.




Investigação a Epstein só teria início dois anos depos




O incidente, contudo, não foi reportado às autoridades e a investigação a Jeffrey Epstein só teria início dois anos depois, após um pai ter acusado o magnata de molestar a sua filha de 14 anos.



Por essa altura, a reputação do empresário já não era a melhor e até Marla Maples, a segunda mulher de Trump, tinha alertado o marido e outras pessoas que havia algo de errado com ele.




Epstein viria a ser detido depois em 2006, após vários menores admitirem à polícia que o empresário lhes tinha pago em troca de sexo.




Em 2008, o caso chegou a um fim com Epstein a assinar a um acordo controverso com os procuradores federais, no qual se declarou culpado de solicitação de prostituição e de aliciamento de menores para se envolverem em prostituição. Cumpriu treze meses na prisão.




Onze anos mais tarde, em 2019, foi detido uma segunda vez por acusações federais de tráfico sexual. O magnata morreu na prisão enquanto aguardava julgamento. O médico legista que realizou a autópsia determinou que a causa da morte foi suicídio.




Trump diz que Epstein lhe "roubava" funcionários





Ao longo dos anos, Donald Trump foi dando várias razões para ter deixado de falar com Epstein. A mais recente, numa visita à Escócia em julho deste ano, foi que o magnata lhe 'roubava' funcionários recorrentemente.




"Ele levava pessoas. Eu disse-lhe: 'Não o voltes a fazer, sabes que eles trabalham para mim', mas ele continuou a levá-los", afirmou. "Assim que fez isso, foi o fim dele."



Durante essa visita, Trump foi questionado sobre Virginia Giuffre, que terá sido recrutada com 16 anos por Ghislaine Maxwell (companheira de Epstein) para trabalhar para o magnata.




A jovem era funcionária de Mar-a-Lago na altura. Trump alegou que Epstein a "roubou". Anos mais tarde, Virginia acusou tanto o magnata como o príncipe Andrew, de Inglaterra, de a terem abusado. Este ano, Giuffre tirou a própria vida.




Em resposta à reportagem do Wall Street Journal, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Trump baniu Epstein por "ser repugnante com as suas funcionárias, incluindo Giuffre".



O caso de Jeffrey Epstein voltou aos holofotes este ano, depois de Trump ter prometido durante a sua campanha presidencial que iria divulgar todos os documentos relacionados com o caso. Ao chegar ao cargo, no entanto, demorou para cumprir a promessa e os ficheiros só foram partilhados pelo Departamento de Justiça este mês, após aprovação do Senado e do Congresso norte-americanos.



Ficheiros do caso Epstein mencionam (repetidamente) Trump





Há muito que se especula sobre o envolvimento entre Trump e Epstein, com muitos cidadãos dos Estados Unidos a questionarem até que ponto é que o presidente não saberia dos crimes do magnata (e se não terá também cometido semelhantes).



Num dos documentos partilhados está registado um relato de um motorista de limusinas, que afirma ter levado Trump para o Aeroporto de Fort Worth (Texas) em 1995.



Durante a viagem, enquanto estava em chamada, Trump terá mencionado repetidamente o nome "Jeffrey" e referiu-se a "abusar de uma rapariga", de acordo com o motorista.



Relatou ainda que, quando contou sobre este encontro com Trump a uma mulher que conhecia, esta afirmou que "Donald J. Trump a tinha violado juntamente com Jeffrey Epstein", depois de uma rapariga "com um nome estranho" a ter "levado para um hotel ou edifício de luxo".

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Documentos do FBI sobre Epstein contêm denuncia contra Trump por abuso de menor




Agentes da polícia federal norte-americana (FBI) entrevistaram uma denunciante que alegou ter informações sobre o Presidente Donald Trump ter abusado sexualmente uma menor, segundo os documentos sobre Jeffrey Epstein recentemente divulgados.


Documentos do FBI sobre Epstein contêm denuncia contra Trump por abuso de menor





Segundo o tabloide britânico The Mirror, o conjunto de documentos inclui o que parecem ser notas resumidas de chamadas feitas para uma linha de denúncias do FBI no ano passado, que se referem repetidamente a Donald Trump.



Algumas das denúncias elencadas no documento foram descartadas por serem consideradas não fidedignas.



Um dos relatos diz: "[Informação omitida] Relatou que uma amiga não identificada foi forçada a praticar sexo oral no presidente Trump há aproximadamente 25 anos em Nova Jersey. A amiga disse a Alexis que tinha aproximadamente 13 ou 14 anos quando isso ocorreu e que supostamente mordeu o presidente Trump enquanto praticava sexo oral. A amiga supostamente foi agredida no rosto depois de ter mordido o presidente Trump. A amiga disse que também foi abusada por Epstein".




Nas notas subsequentes, os polícias não disseram que o relato não era credível, mas escreveram: "Falámos com a pessoa que ligou e identificou [informação omitida] como amiga. A pista foi encaminhada para o gabinete de Washington para realizar uma entrevista".




Não se sabe se a entrevista chegou a acontecer, refere o jornal britânico.




Em comunicado, o Departamento de Justiça norte-americano sublinhou que os ficheiros podem "incluir imagens, documentos ou vídeos falsos ou submetidos de forma fraudulenta, dado que tudo o que foi enviado ao FBI pelo público foi incluído na produção que cumpre a Lei".




"Alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o Presidente Trump que foram submetidas ao FBI pouco antes da eleição de 2020. Para sermos claros, as alegações são infundadas e falsas e, se tivessem um mínimo de credibilidade, certamente já teriam sido usadas como arma contra o Presidente Trump", pode ler-se.




Nos documentos do caso Epstein divulgados em dezembro pelo Departamento de Justiça, constava um depoimento, registado pelo FBI, sobre uma mulher que alegava ter sido violada por Donald Trump, segundo o relato de um motorista de limusinas na região de Dallas, que afirma ter levado Trump para o Aeroporto de Fort Worth (Texas) em 1995, durante a viagem este disse coisas "muito perturbadoras", tanto que quase o tirou do carro "para o agredir".




O Departamento de Justiça tinha anunciado hoje que ia divulgar três milhões de documentos sobre Jeffrey Epstein, após documentos anteriores terem confirmado proximidade entre o criminoso sexual e Donald Trump.




O vice-procurador-geral, Todd Blanche, especificou que se trata de mais de 2.000 vídeos e 180.000 imagens, em grande parte "pornografia".




Dados anteriormente divulgados lançaram luz sobretudo sobre a enorme rede do abastado consultor financeiro nova-iorquino, que morreu numa prisão de Nova Iorque em 2019, antes de ser julgado por ter montado e dirigido um esquema de exploração sexual de raparigas menores.




De resto, a informação publicada levantou mais questões do que forneceu respostas, por exemplo, sobre a existência de possíveis cúmplices de Jeffrey Epstein.




Congressistas republicanos e democratas uniram forças para pressionar à divulgação deste enorme acervo de fotos, vídeos e documentos escritos (e-mails, depoimentos de testemunhas, etc.), contra a vontade do Presidente norte-americano.




A relutância de Donald Trump indignou alguns dos seus apoiantes, que veem o caso Epstein - terreno fértil para todo o tipo de teorias da conspiração - como confirmação das suas suspeitas sobre a depravação das elites.



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Novos documentos de Epstein divulgados (e há vários visados). Que dizem?




O Departamento de Justiça norte-americano divulgou novos documentos dos ficheiros de Jeffrey Epstein, o criminoso sexual que foi detido em 2019 por tráfico sexual.


Novos documentos de Epstein divulgados (e há vários visados). Que dizem?





O Departamento de Justiça norte-americano divulgou, na sexta-feira, novos documentos dos ficheiros de Jeffrey Epstein, o criminoso sexual que foi detido em 2019 por tráfico sexual.



Três milhões de páginas, 180 mil imagens e dois mil vídeos foram agora partilhados, depois de o departamento não ter cumprido com um prazo anterior, estabelecido por lei pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que exige que todos os documentos de Epstein sejam divulgados publicamente.



"A divulgação de hoje [sexta-feira] marca o fim de um processo muito abrangente de identificação e revisão de documentos para garantir transparência ao povo americano e conformidade", salientou o vice-procurador-geral Todd Blanche, citado pela BBC.



Os novos documentos incluem detalhes sobre o período em que Jeffrey Epstein esteve preso - incluindo um relatório psicológico -, assim como a altura da sua morte, registos de investigação sobre Ghislaine Maxwell - condenada por ajudar Epstein no tráfico sexual de menores de idade.



Há ainda várias páginas de e-mails trocados entre Jeffrey Epstein e várias personalidades norte-americanas, incluindo Donald Trump. Maior parte estão datadas de mais de uma década e revelam as relações do predador sexual.


De notar que Epstein já havia sido preso em 2008, na Florida, por aliciar uma menina de 14 anos a fim de ter relações sexuais.



O que consta nos documentos agora divulgados?



Donald Trump é mencionado vários vezes (e há denúncia de abuso a menor)




O nome do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surge diversas vezes nas páginas tornadas públicas. De realçar que Trump e Epstein mantinham uma amizade de vários anos, apesar de o republicano já ter dito que ambos se chatearam e que desconhece qualquer crime sexual.



Nos novos documentos consta uma lista compilada pelo FBI no ano passado com alegações feitas contra Donald Trump. As acusações foram feitas através da linha direta do Centro Nacional de Operações contra Ameaças e parecem ser baseadas denúncias não verificadas, não havendo provas que as sustentem.



Esta lista inclui inúmeras alegações de abuso sexual contra Trump, Epstein, entre outros.



Donald Trump, note-se, tem vindo a negar quaisquer irregularidades em relação ao magnata norte-americano e não foi acusado de qualquer crime de abuso pelas vítimas de Jeffrey Epstein.



A Casa Branca, assim como o Departamento de Justiça referiram que "alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump, que foram enviadas para o FBI pouco antes das eleições de 2020".


"Para que fique claro, as alegações são infundadas e falsas e se tivessem um mínimo de credibilidade, certamente, já teriam sido usados como arma contra o presidente", afirmam.



Documentos do FBI sobre Epstein contêm denuncia contra Trump por abuso de menor


Documentos do FBI sobre Epstein contêm denuncia contra Trump por abuso de menor




Agentes da polícia federal norte-americana (FBI) entrevistaram uma denunciante que alegou ter informações sobre o Presidente Donald Trump ter abusado sexualmente uma menor, segundo os documentos sobre Jeffrey Epstein recentemente divulgados.



"Qual será o dia ou noite de festa mais animada na ilha?"




Um outro nome que agora surge é o do bilionário Elon Musk após uma troca de e-mails com Epstein. O empresário já havia referido que o magnata o tinha convidado para ir até à sua ilha, um convite que terá recusado.



No entanto, os e-mails mostram que Elon Musk discutiu sobre viagens para a famosa ilha de Epstein mais do que uma vez, incluindo em 2012, onde perguntou: "Qual é o dia ou noite de festa mais animada na tua ilha?"



Os e-mails são datados de novembro de 2012 e mostram que Epstein perguntou a Musk quantas pessoas precisariam de transporte de helicóptero até à sua ilha. Na resposta, o bilionário disse que apenas iria ele e a então mulher, Talulah Riley.


Já em dezembro do mesmo ano, há um outro e-mail onde Musk pergunta a Epstein se tem alguma festa planeada, uma vez que precisava de "se soltar".



"Este ano tenho trabalhado até o limite da sanidade e, por isso, assim que os meus filhos voltarem para casa depois do Natal, quero muito divertir-me em St. Barts ou num outro lugar", escreveu Musk, acrescentando que uma "experiência tranquila numa ilha" é o oposto do que deseja.



No ano seguinte, Elon Musk e Jeffrey Epstein voltaram a trocar e-mails, onde discutiam uma visita à ilha do magnata e acertavam detalhes logísticos e datas.



Note-se que, no entanto, não há qualquer prova de que Elon Musk tenha visitado a famosa ilha do predador sexual.


Bill Gates rejeita alegações: "Completamente falsas"




O nome de Bill Gates já havia aparecido anteriormente. Agora, um porta-voz do cofundador da Microsoft falou acerca das alegações incluídas nos documentos agora divulgados, onde há a menção de que Gates teria contraído uma doença sexualmente transmissível, tendo-os descrito como "absolutamente absurdas e completamente falsas".



Há dois e-mails datados de 18 de junho de 2013 que parecem ter sido escritos por Epstein, mas que não se sabe se de facto foram enviados a Bill Gates, uma vez que ambos foram devolvidos.



Um dos e-mails, escrito em formato de carta de demissão da Fundação Bill e Melinda Gates, reclama de ter que providenciar medicamentos para Gates "para lidar com as consequências de relações sexuais com raparigas russas". Já o outro e-mail volta a referir uma doença sexualmente transmissível, dando conta de que o ex- CEO da Microsoft estaria a encobrir a doença e que Melinda Gates também a teria contraído.



"Essas alegações – vindas de um mentiroso comprovadamente ressentido – são absolutamente absurdas e completamente falsas", referiu o porta-voz.



E acrescentou: "A única coisa que estes documentos demonstram é a frustração de Epstein por não ter um relacionamento contínuo com Gates e até onde iria para armar uma cilada e difamá-lo".



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Ex-príncipe André apanhado em novas imagens com mulher




Novos arquivos de Epstein revelam imagens do ex-príncipe André na companhia de uma mulher não identificada, aumentando as controvérsias em torno do seu nome. Não se sabe onde nem quando foram captadas as fotografias.


Ex-príncipe André apanhado em novas imagens com mulher




Foram divulgados novos ficheiros dos arquivos de Epstein e o ex-príncipe André aparece em várias imagens na companhia de uma mulher não identificada.



Nas fotos em questão (que poderá ver abaixo), André Mountbatten-Windsor está agachado sobre uma mulher que está deitada no chão de costas e com os braços abertos.




Numa das imagens, o irmão do rei Carlos III olha diretamente para a câmara e em outra das fotos este coloca a mão esquerda sobre a barriga da mulher.




André está descalço e utiliza umas calças de ganga, um polo branco e um relógio prateado. Há ainda outra pessoa não identificada nas fotos que está sentada numa cadeira com os pés sobre uma mesa.





Tal como a grande maioria do material que foi divulgado nos arquivos de Epstein, não se sabe onde e quando foram tiradas as imagens e não existe nenhum contexto, refere o Daily Mail.




Em dezembro de 2025 foi também divulgada outra imagem de André deitado no colo de cinco mulheres na casa da família real em Sandringham, em Norfolk, no Reino Unido.





Ex-príncipe André usou casa da família real para encontros com mulheres


Ex-príncipe André usou casa da família real para encontros com mulheres



O ex-príncipe André usou a casa de Sandringham, em Norfolk, no Reino Unido, para encontros relacionados com Jeffrey Epstein, conforme revelado por uma imagem divulgada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.



O Departamento de Justiça dos Estados Unidos da América divulgou esta sexta-feira, 30 de janeiro, mais de três milhões de documentos dos ficheiros de Epstein, sendo um deles uma denúncia contra Trump por abuso de menor.



Ainda nestes arquivos há uma conversa entre André e Jeffrey Epstein onde o filho da rainha Isabel II o convida para jantar no Palácio de Buckingham dias após o fim da sua prisão domiciliar. André referiu que desse modo teriam "muita privacidade".



Recorde-se que a polémica ligação de André com Jeffrey Epstein valeu-lhe a perda total dos títulos reais. O irmão de Carlos III manteve, alegadamente, relações sexuais com uma menor por intermédio de Epstein, de quem era amigo, e está agora afastado de qualquer posição na realeza britânica.



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Jeffrey Epstein descreveu-se como "predador sexual de categoria um"




Durante uma entrevista agora divulgada, Jeffrey Epstein afirmou que era um "predador sexual de categoria um", "o mais baixo". O Departamento de Justiça norte-americano, recorde-se, tem vindo a divulgar os ficheiros do criminoso desde o ano passado.


Jeffrey Epstein descreveu-se como predador sexual de categoria um





O magnata Jeffrey Epstein descreveu-se como um "predador sexual" de primeira categoria durante uma entrevista dada - não se sabe ao certo quando -, que consta nos novos documentos agora divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.



Recorde-se que, na sexta-feira passada, foram divulgados três milhões de páginas, 180 mil imagens e dois mil vídeos.




Num excerto da entrevista agora partilhada, o magnata norte-americano, quando questionado sobre se era uma predador sexual de categoria três, respondeu: "Categoria um. Sou o mais baixo".




Embora o entrevistador não apareça nas imagens, acredita-se que se trata de Steve Bannon, de 72 anos, um ex-assessor de Donald Trump durante os primeiros sete meses do primeiro mandato.




Já perguntado se era o "próprio diabo", Epstein disse: "Não, mas tenho um bom espelho". O entrevistador voltou a insistir com a questão, dizendo que era "séria".



"Não sei. Porque você diria isso? [...] O diabo assusta-me", afirmou o criminoso.





Na entrevista, é também abordado o seu dinheiro e Jeffrey Epstein é questionado sobre se é "dinheiro sujo", respondendo "não, não é".




"Eu mereci-o", apontou e o entrevistador salienta: "Você conquistou-o a aconselhar as piores pessoas do mundo, que fazem coisas terríveis, tudo para ganhar mais dinheiro".



O predador sexual referiu que a "ética é sempre um assunto complicado", acrescentando que doou dinheiro para ajudar a erradicar a poliomielite no Paquistão e na Índia.









"Diria que todo dizem: 'Quero o dinheiro para os meus filhos'", respondeu.




Recorde-se que, na sexta-feira, foram divulgados novos documentos que incluem detalhes sobre o período em que Jeffrey Epstein esteve preso - incluindo um relatório psicológico -, assim como a altura da sua morte e registos de investigação sobre Ghislaine Maxwell - condenada por ajudar Epstein no tráfico sexual de menores de idade.



Há ainda várias páginas de e-mails trocados entre Jeffrey Epstein e várias personalidades norte-americanas (e não só), incluindo Donald Trump. A maior parte está datada de há mais de uma década e revela as relações do predador sexual.




Trump ameaça processar Trevor Noah após menção a ilha de Epstein:


Trump ameaça processar Trevor Noah após menção a ilha de Epstein: "Pobre"




Donald Trump ameaçou processar o apresentador da 68.ª cerimónia dos Grammy Awards, Trevor Noah, após ter sido feita uma menção de que o presidente norte-americano esteve na ilha de Jeffrey Epstein.




Jeffrey Epstein, de 66 anos, foi preso no dia 6 de julho de 2019, na sequência de acusações de tráfico sexual. O multimilionário foi encontrado morto na sua cela, cerca de um mês depois, tendo-se vindo a comprovar, através da autópsia, de que se tratou de um suicídio.



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Princesa, ex-ministros noruegueses e comité do Nobel associados a Epstein




As instituições norueguesas estão a ser abaladas pela associação de figuras da Casa Real, como a princesa herdeira, do Comité Nobel, além de um ex-primeiro-ministro e um ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, ao escândalo do caso Epstein.


Princesa, ex-ministros noruegueses e comité do Nobel associados a Epstein




A publicação, na sexta-feira, de mais de três milhões de ficheiros relacionados com o milionário e criminoso sexual condenado norte-americano Jeffrey Epstein está a causar consternação na Noruega, sobretudo pela implicação da princesa herdeira, Mette-Marit, que já pediu desculpa pelo "erro de julgamento" que teve ao trocar dezenas de e-mails com um abusador de crianças.



Segundo os documentos publicados, Mette-Marit manteve uma estreita amizade com Epstein durante vários anos, chegando a visitar o magnata na sua luxuosa residência em Palm Beach, na Florida, durante quatro dias no início de 2013, e a oferecer-lhe conselhos sobre como "encontrar uma mulher".



A Casa Real pediu desculpa em 2019 pelos contactos entre Epstein e a princesa herdeira, alegando desconhecer o seu passado e alegando que as comunicações entre ambos tinham cessado em 2013, em parte porque o financeiro norte-americano estava a "tentar aproveitar-se" da relação.



No entanto, Mette-Marit admitiu, num e-mail enviado ao criminoso sexual --- divulgado na sexta-feira --- que o tinha pesquisado no Google para saber mais sobre o caso.




A divulgação dos e-mails deixa claro que a relação entre os dois era próxima, uma vez que a princesa herdeira partilhava confidências sobre a sua família, recomendava livros, trocavam felicitações de aniversário e discutiam problemas de saúde, incluindo questões sobre branqueamento de dentes.



Mette-Marit admitiu ter "demonstrado falta de discernimento" e disse que deve "assumir a responsabilidade por não ter investigado melhor o seu passado e por não ter compreendido com a rapdez necessária o tipo de pessoa era".




O escândalo surge poucos dias antes do início do julgamento do filho da princesa, Marius Borg Hoiby, que vai comparecer na terça-feira em tribunal, acusado de 38 crimes, incluindo quatro violações e violência doméstica contra a ex-companheira.




A princesa herdeira não é, no entanto, a única figura pública da Noruega envolvida no escândalo.




O nome do antigo primeiro-ministro Thorbjørn Jagland, atual membro do Partido Trabalhista e então secretário-geral do Conselho da Europa e presidente do Comité do Nobel, também aparece nos arquivos de Epstein.




"Estive em Tirana [Albânia]. Algumas raparigas extraordinárias. Vou à Jordânia, à Palestina e a Israel. Regresso na quinta-feira", lê-se num e-mail datado de 25 de maio de 2012, enviado a Epstein por Jagland, que planeava então visitar a ilha do magnata com a sua família.



Os documentos revelam ainda conversas entre os dois homens sobre empréstimos para a compra de imóveis e outras mensagens privadas, mas Jagland garantiu que os contactos faziam parte da sua "atividade diplomática normal".




Fontes do Conselho da Europa confirmaram ao jornal Verdens Gang que Epstein visitou a residência de Jagland em Estrasburgo pelo menos duas vezes e que Jagland se hospedou nas casas do magnata em Paris e Nova Iorque em diversas ocasiões.




O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros da Noruega e presidente do Fórum Económico Mundial desde 2017, Børge Brende, também surge nos documentos, em trocas de mensagens e e-mails com Epstein que demonstram a existência de uma relação amigável até pouco antes da detenção do pedófilo norte-americano, em 2019.




O ex-ministro também declarou recentemente que desconhecia o passado criminoso de Epstein e lamentou não o ter investigado mais a fundo.




Outros nomes que surgem nos arquivos são os do vice-presidente do Comité do Nobel, Asle Toje, do diplomata e ex-diretor do Instituto para a Paz Terje Rod-Larsen -- que admitiu ter tido uma relação financeira com Epstein --- e o da sua mulher, Mona Juul, antiga embaixadora da Noruega nas Nações Unidas.
 

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Departamento de Justiça retira documentos do caso Epstein que identificam vítimas




O Departamento de Justiça norte-americano afirmou hoje que removeu do último lote publicado de documentos relacionados com o financeiro Jeffrey Epstein milhares de elementos que podem ter incluído informações que identificam vítimas.


Departamento de Justiça retira documentos do caso Epstein que identificam vítimas




Numa carta aos juízes de Nova Iorque que supervisionam os casos de tráfico sexual contra Epstein e a sua parceira Ghislaine Maxwell, o procurador federal Jay Clayton indicou que o departamento removeu quase todos os documentos cuja publicação tinha motivado queixas de vítimas ou dos seus advogados, além de um "número substancial" de outros identificados independentemente pelo governo.



Clayton disse que o departamento "reviu repetidamente os seus protocolos para lidar com documentos suspeitos" após pedidos das vítimas e dos seus advogados, atribuindo a divulgação inadvertida a erros "técnicos ou humanos".





Os documentos, adiantou, são prontamente retirados do site público quando as vítimas sinalizam alguma preocupação de que algo deva ser ocultado de um documento, que em caso de validação da queixa é republicado em nova versão "idealmente dentro de 24 a 36 horas".




O vice-procurador-geral Todd Blanche disse numa entrevista no domingo no programa "This Week", da ABC, que houve erros esporádicos, mas que o Departamento de Justiça tentou agir rapidamente para os corrigir.




"Cada vez que recebemos uma denúncia de uma vítima ou do seu advogado a informar que acreditam que o seu nome não foi devidamente ocultado, corrigimos isso imediatamente. E os números de que estamos a falar, para que o povo americano entenda, são de 0,001% de todo o material", disse Blanche.




A publicação, na sexta-feira, de mais de três milhões de ficheiros relacionados com o milionário e criminoso sexual condenado norte-americano Jeffrey Epstein incluem nomes do mundo das artes, de empresas e desporto e da política, como o secretário do Comércio, Howard Lutnick.



Lutnick, de acordo com estes documentos, planeou em 2012 visitar com a mulher a ilha de Epstein, desconhecendo-se se a visita realmente aconteceu.




O secretário tinha afirmado que não tivera mais contacto com Epstein desde que, em 2005, o casal fora convidado para tomar café em casa do consultor financeiro, uma vez que este morava mesmo ao lado.




Ao círculo de relações de Epstein pertencia também o coproprietário da equipa de futebol americano New York Giants, Steve Tisch, com quem trocou numerosas mensagens, a maior parte das quais em 2013, relacionadas com mulheres, destacou a comunicação social norte-americana.




Outra figura ligada ao desporto é Casey Wasserman, presidente do comité organizador dos Jogos Olímpicos de Los Angeles de 2028, que trocou mensagens há pelo menos 20 anos com Ghislaine Maxwell, ex-companheira de Epstein, atualmente a cumprir uma pena de 20 anos de prisão pelo seu envolvimento juntamente com o multimilionário num esquema de exploração e abuso sexual de várias raparigas menores.




Outra figura pública que reaparece nos documentos é Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do rei Carlos III do Reino Unido caído em desgraça ao surgir no centro de um escândalo, quando uma das vítimas de Epstein afirmou que o ex-príncipe mantivera relações sexuais com ela quando era menor, com 17 anos.




Andrew Windsor interpôs-lhe um processo judicial e chegaram a um acordo antes do início do julgamento num tribunal de Nova Iorque.




Num dos e-mails agora revelados, Mountbatten-Windsor, que foi destituído dos seus títulos e obrigado a deixar o palácio onde vivia em consequência do escândalo, convida Epstein para almoçar no Palácio de Buckingham, mas não há confirmação de que esse encontro se tenha realizado.



Os milhares de documentos divulgados na sexta-feira incluem uma lista de pelo menos 12 acusações contra o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump --- que já tinha sido associado a Epstein ---, por abuso sexual de menores, juntamente com o multimilionário e Maxwell.




Estas acusações, coligidas pelo FBI (a polícia federal dos Estados Unidos) no ano passado, carecem, contudo, de provas que as sustentem.




Jeffrey Epstein foi encontrado morto na sua cela de uma prisão federal em Nova Iorque, com um lençol atado ao pescoço, em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de exploração sexual.



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Ligação a Epstein? Mandelson abandona Câmara dos Lordes




O político britânico Peter Mandelson vai abandonar voluntariamente a Câmara dos Lordes na sequência de alegações de que passou informações confidenciais ao milionário pedófilo norte-americano Jeffrey Epstein, as quais estão a ser investigadas pela polícia, foi hoje divulgado.


Ligação a Epstein? Mandelson abandona Câmara dos Lordes




O presidente da Câmara dos Lordes, Michael Forsyth, leu hoje à tarde uma declaração a confirmar a intenção de Mandelson de retirar-se da câmara alta do parlamento britânico a partir de quarta-feira.



A notícia foi conhecida horas após o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, ter dito, durante o Conselho de Ministros hoje de manhã, que o ex-embaixador do Reino Unido em Washington "desiludiu o país" ao envolver-se com o influente milionário norte-americano Jeffrey Epstein, acusado de abuso sexual e tráfico de mulheres, várias das quais menores de idade.




Keir Starmer também tinha ordenado a preparação rápida de legislação para poder retirar a Peter Mandelson o seu lugar na Câmara dos Lordes, acrescentou o porta-voz.



Mandelson foi nomeado para a câmara alta do parlamento em 2008, mas suspendeu funções no final de janeiro de 2025, após a nomeação para embaixador britânico nos Estados Unidos, posição da qual foi demitido oito meses depois, em setembro, devido a revelações sobre as ligações a Epstein.




De acordo com documentos publicados na sexta-feira pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Mandelson terá passado informações confidenciais a Epstein enquanto era ministro do Comércio do então governo britânico trabalhista de Gordon Brown, ao encaminhar um 'email' interno em 2009 destinado ao primeiro-ministro sobre a situação económica.




Em outra troca de 'emails' de 2009 revelada pelo jornal Financial Times, Peter Mandelson parece sugerir a Epstein que peça ao chefe do banco JPMorgan para "ameaçar ligeiramente" o então ministro das Finanças britânico, Alistair Darling, a fim de obter uma redução do imposto sobre os bónus dos banqueiros.



Extratos bancários mostram ainda que Jeffrey Epstein terá transferido um total de 75.000 dólares (63.200 euros) em três fases para contas ligadas a Mandelson em 2003 e 2004.




Peter Mandelson, que na altura era deputado, afirmou no domingo não se lembrar dessas transferências e não saber se esses extratos eram autênticos.




O antigo político também afirmou que "não consegue localizar o local nem identificar a mulher" cujo rosto foi ocultado pelas autoridades norte-americanas e que aparece ao seu lado numa foto sem data, na qual ele aparece de camisa e cuecas.




"Para o público, ouvir figuras políticas dizerem que não se lembram de ter recebido ou não grandes somas de dinheiro é simplesmente espantoso. Isso faz com que percam a confiança", afirmou o porta-voz de Keir Starmer.




Os documentos marcam uma nova etapa na queda daquele que foi um dos arquitetos do 'New Labour' (novo Partido Trabalhista) com Tony Blair.




Peter Mandelson anunciou no domingo à noite que deixava o Partido Trabalhista para não "causar mais vergonha" ao partido, liderado pelo atual primeiro-ministro, Keir Starmer.




Este último ordenou na segunda-feira uma "análise" completa e urgente dos contactos entre Peter Mandelson e Jeffrey Epstein durante o período em que foi ministro, ou seja, de 2008 a 2010.




A polícia britânica anunciou também que iria analisar denúncias sobre alegados factos de "má conduta no exercício de funções públicas" com a ajuda do Governo, que já referiu material suspeito por conter informações confidenciais relacionadas com a crise financeira de 2008 e medidas para estabilizar a economia.




Por seu lado, a Comissão Europeia anunciou hoje que iria "analisar" se Peter Mandelson, que foi comissário europeu para o Comércio entre 2004 e 2008, infringiu determinadas regras da instituição.




Epstein morreu a 10 de agosto de 2019 numa prisão federal de Nova Iorque, após ter sido acusado de múltiplos crimes de tráfico sexual de jovens mulheres e raparigas menores de idade que poderiam resultar numa pena de prisão de até 45 anos.




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Epstein. Bruxelas anuncia investigação a ex-comissário Mandelson




A Comissão Europeia vai investigar se o ex-comissário europeu britânico Peter Mandelson quebrou as regras da União Europeia no que se refere a relações com o pedófilo norte-americano Jeffrey Epstein, de quem era próximo.


Epstein. Bruxelas anuncia investigação a ex-comissário Mandelson





"Temos regras decorrentes de tratados e do código de conduta que os comissários, incluindo os antigos comissários, devem respeitar", afirmou o porta-voz do executivo europeu para a Transparência, Balazs Ujvari.



O porta-voz admitiu terem chegado ao executivo comunitário informações, nomeadamente por documentos revelados pelo Departamento de Justiça norte-americano, indicando que "algumas destas regras poderão não ter sido respeitadas".




"Estamos a avaliar possíveis violações de regras por parte de Peter Mandelson", sublinhou.




O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, ordenou já um inquérito urgente à conduta do antigo ministro trabalhista Peter Mandelson devido aos documentos divulgados que evidenciam uma relação próxima com o milionário pedófilo norte-americano.




O secretário-chefe do primeiro-ministro, Darren Jones,




Em causa estão documentos divulgados na sexta-feira que indicam a existência de transferências bancárias de Epstein quando Peter Mandelson era deputado do Partido Trabalhista e, posteriormente, ministro.





Mandelson foi deputado entre 1992 e 2004, ministro de várias pastas entre 1997 e 2010, Comissário do Comércio europeu entre 2004 e 2008, na primeira Comissão Barroso, e embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos (EUA) entre junho e setembro de 2025, cargo que abandonou já devido ao envolvimento com Epstein.




Epstein morreu a 10 de agosto de 2019 numa prisão federal de Nova Iorque, após ter sido acusado de múltiplos crimes de tráfico sexual de jovens mulheres e raparigas menores de idade que poderiam resultar numa pena de prisão de até 45 anos.



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Letónia e Lituânia investigam cidadãos mencionados no caso Epstein




As autoridades da Lituânia e da Letónia iniciaram uma investigação sobre o possível envolvimento em atividades criminosas de indivíduos, organizações e empresas dos seus países mencionados nos ficheiros do criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein recentemente divulgados.


Letónia e Lituânia investigam cidadãos mencionados no caso Epstein







A porta-voz da polícia da Letónia, Simona Gravite, confirmou a abertura de uma investigação, acrescentando que as informações divulgadas estão a ser "compiladas e avaliadas".



"Estamos também a cooperar com outras instituições letãs e iremos solicitar informações no âmbito da cooperação internacional", referiu.



Laura Krastina, porta-voz do Ministério Público da Letónia, explicou à agência Efe que um procurador, cuja nomeação ainda está pendente, "coordenará a investigação iniciada pela Polícia do Estado e prestará apoio para que se chegue a uma decisão fundamentada".



A Letónia aparece 507 vezes numa pesquisa rápida nos documentos de Epstein.



Na vizinha Lituânia, país que aparece pelo menos 1.216 vezes nos documentos de Epstein, Elena Martinoniene, chefe do departamento de comunicação da Procuradoria-Geral da Lituânia, adiantou à Efe que é necessária uma investigação preliminar.



As autoridades daquele país báltico estão a investigar se terão de solicitar assistência e informações adicionais aos EUA.



Em comunicado, a Procuradoria-Geral da Lituânia anunciou que, em conjunto com a polícia, vai iniciar uma investigação sobre possíveis crimes de tráfico humano com base numa "avaliação mais detalhada dos dados iniciais publicados nos documentos do caso Jeffrey Epstein" e relacionados com o país báltico.



Tanto a emissora pública lituana LRT como a emissora pública letã LSM noticiaram que alguns cidadãos letões e lituanos foram mencionados nos arquivos de Epstein.



A LRT noticiou que Valdas Petreikis, empresário e organizador de eventos, encerrou as suas atividades e desistiu de organizar um festival de música de verão agendado para o final do ano, depois de ter sido mencionado como tendo realizado transações financeiras com Epstein no passado.


Petreikis nega ter conhecimento das atividades criminosas de Epstein na altura em que este fez pagamentos, em 2017 e 2018, a organizações ligadas ao empresário lituano.



Na Letónia, a LSM noticiou que indivíduos ligados a Epstein estiveram em contacto com modelos e agências de modelos letãs, citando um e-mail de um associado de Epstein naquele país a elogiar a beleza física das mulheres letãs.



Este 'media' letão indicou que a maioria das menções à Letónia nos documentos de Epstein datam de cerca de 2007 e referem-se a contactos com uma agência de modelos.



A LSM observou ainda que existem ficheiros que sugerem que o próprio Epstein pode ter visitado a Letónia por volta de 2009.



A Estónia, o terceiro país báltico, é mencionada 234 vezes nos arquivos de Epstein.



O Estonian World noticiou que um e-mail de 2014 nos arquivos de Epstein mencionava "um primeiro-ministro estoniano" que terá enviado uma fotografia ao falecido em 2019.


Taavi Roivas, que foi primeiro-ministro entre 2014 e 2015, negou qualquer contacto com Epstein ou qualquer conhecimento da fotografia.



A polícia estónia não respondeu ao pedido de reação da Efe.



Também a Polónia anunciou a criação de uma 'task-force' dedicada a lidar com o potencial alcance da rede no país e, embora ainda não tenha iniciado uma investigação oficial, afirmou que tomará medidas para garantir que os responsáveis sejam efetivamente processados.



O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, indicou que, se necessário, Varsóvia irá solicitar aos Estados Unidos o acesso a quaisquer ficheiros não divulgados que "possam referir-se a potenciais vítimas polacas ou a rastros [sobre] polacos" no caso.



Epstein foi encontrado morto na sua cela de uma prisão federal em Nova Iorque, com um lençol atado ao pescoço, em 2019, enquanto aguardava
julgamento por acusações de exploração sexual.




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Documentos sugerem que Epstein teve um filho (mas irmão nega)




Os mais recentes documentos de Jeffrey Epstein dão a entender que o magnata poderá ter tido um filho secreto há cerca de 15 anos. No entanto, Mark Epstein nega que o irmão tenha tido filhos.


Documentos sugerem que Epstein teve um filho (mas irmão nega)




As mais recentes divulgações dos arquivos de Jeffrey Epstein revelam que o criminoso sexual poderá ter tido um filho há 15 anos. As suspeitas levantaram-se devido a um e-mail enviado pela ex-duquesa de York, Sarah Ferguson.



O e-mail é datado de 21 de setembro de 2011, depois Epstein ter sido já condenado por abuso a uma menor.




"Não sei se ainda tens este BBM (BlackBerry Messenger), mas soube pelo duque [ex-príncipe André] que tiveste um menino. Mesmo sabendo que é difícil manter contacto contigo, ainda estou aqui com amor, amizade e parabéns pelo menino", referiu o documento, citado pelo New York Post.



Já numa outra mensagem, Sarah Ferguson escreveu que o magnata norte-americano estava desaparecido e disse que não sabia que ele estava prestes a ser pai.


No entanto, o jornal norte-americano The Times, noticiou que Jeffrey Epstein poderá ter tido não um, mas vários filhos, tendo em conta os documentos agora divulgados, uma vez que se encontram referências do predador sexual enquanto pai de filhos.




O mesmo meio cita, inclusive, um documento onde consta o relato de uma adolescente que alega que a sua filha lhe foi tirada minutos depois de ter nascido.



Esta vítima de Epstein fez uma anotação num diário, afirmando que deu à luz uma menina em 2002, quando tinha 16 ou 17 anos. Junto desta nota, estava também a fotografia de uma ecografia de 20 semanas.





Alegadamente, a jovem teve a criança e dez minutos depois a criança foi levada e, segundo a própria, Ghilaine Maxwell esteve a supervisionar o parto.




"Ela nasceu, eu ouvi o choro dela. Eu vi aquele cabecinha e aquele corpinho minúsculo entre as mãos do médico. Ghislaine disse que ela era linda. Onde é que está?", escreveu a jovem.




Note-se, no entanto, que nunca foi confirmado publicamente que Jeffrey Epstein tinha filhos e no testamento, que escreveu anos antes de morrer, também não havia qualquer menção a isso.




Há ainda um vídeo nos ficheiros - que não possui data - que parece ter sido filmado na mansão de Epstein e onde é possível ver um teste de paternidade em cima de uma mesa.





Mark Epstein nega que irmão tenha tido um filho





Mark Epstein negou que o irmão tenha tido algum filho, embora seja sugerido nos documentos divulgados. "Não, Jeff não tinha filhos. Se tivesse tido um filho, eu acho que saberia", disse ao Business Insider.




Recorde-se que, na sexta-feira passada, foram divulgados três milhões de páginas, 180 mil imagens e dois mil vídeos.




Epstein descreveu-se como "predador sexual de categoria um"





Jeffrey Epstein descreveu-se como um "predador sexual" de primeira categoria durante uma entrevista dada - não se sabe ao certo quando -, que consta nos novos documentos agora divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.




Num excerto da entrevista agora partilhada, o magnata norte-americano, quando questionado sobre se era uma predador sexual de categoria três, respondeu: "Categoria um. Sou o mais baixo".




Embora o entrevistador não apareça nas imagens, acredita-se que se trata de Steve Bannon, de 72 anos, um ex-assessor de Donald Trump durante os primeiros sete meses do primeiro mandato.



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Bill Gates nos ficheiros de Epstein. Melinda recorda "momentos dolorosos"




O bilionário Bill Gates foi mencionado nos novos ficheiros do criminoso sexual Jeffrey Epstein. Para a ex-mulher, Melinda French Gates, o caso trouxe à tona "momentos dolorosos" do casamento, que durou entre 1994 e 2021.


Bill Gates nos ficheiros de Epstein. Melinda recorda momentos dolorosos





O nome do bilionário Bill Gates é um dos citados no novo lote de ficheiros do criminoso sexual Jeffrey Epstein, divulgados na passada sexta-feira. Para a ex-mulher, a filantropa Melinda French Gates, o caso trouxe à tona "momentos dolorosos" do casamento, que durou entre 1994 e 2021.




Em declarações ao podcast "Wild Card", da NPR, Melinda manifestou uma "tristeza inacreditável" pela ligação de Bill Gates a Epstein, frisando que as pessoas citadas nos ficheiros, incluindo o ex-marido, deviam responder a todas as questões levantadas.




"Quaisquer perguntas que ainda existam – nem sequer consigo começar a saber tudo – essas perguntas são para aquelas pessoas e até para o meu ex-marido. Eles precisam de responder a essas perguntas, não eu", disse.





"Acho que estamos a passar por um momento de reflexão enquanto sociedade. Nenhuma rapariga deveria ser colocada na situação em que foram colocadas por Epstein e… várias outras pessoas à sua volta. É mais do que doloroso. Lembro-me das minhas filhas nesta idade…", acrescentou, referindo-se a Phoebe e Jennifer Gates, que têm atualmente 23 e 29 anos, respetivamente.





"É difícil para mim quando estes detalhes vêm ao de cima, porque trazem à tona memórias de momentos muito, muito dolorosos do meu casamento. Mas já ultrapassei isso", disse. "Estou muito feliz por estar longe de toda esta confusão".






Epstein escreveu dois e-mails a Bill Gates em 2013





O Departamento de Justiça norte-americano divulgou, na passada sexta-feira, três milhões de documentos sobre Jeffrey Epstein. Tratam-se de mais de 2.000 vídeos e 180.000 imagens, em grande parte "pornografia".





Entre os nomes citados, do mundo das artes, de empresas e desporto e da política, está o de Bill Gates.





Há registo de dois e-mails de 18 de julho de 2013, aparentemente escritos por Epstein e que teriam como destinanário Bill Gates. No entanto, não está claro se foram enviados. Ambos foram enviados da conta de e-mail de Epstein e de volta para a mesma conta, enquanto nenhuma conta de e-mail associada a Gates é visível e ambos os e-mails não estão assinados, explica a CNN.




Um e-mail é uma carta de demissão da Fundação Bill e Melinda Gates, onde Epstein reclama sobre ter tido que adquirir medicamentos para Bill "lidar com as consequências de relações sexuais com raparigas russas".




O outro, que começa com "caro Bill", reclama sobre Bill Gates ter terminado uma amizade e faz mais alegações sobre Bill Gates ter tentado encobrir uma infecção sexualmente transmissível, incluindo da sua então esposa, Melinda.





Um porta-voz de Bill Gates desvalorizou a menção de Bill Gates nos ficheiros de Epstein, defendendo que "a única coisa que estes documentos demonstram é a frustração de Epstein por não ter uma relação contínua com Gates e o quanto ele estava disposto a ir longe para o incriminar e difamar".





Vale sublinhar que Bill Gates não foi acusado de qualquer irregularidade por nenhuma das vítimas de Epstein e o facto de o seu nome constar nos arquivos não implica qualquer tipo de atividade criminosa.




Documentos acusam Trump de abuso sexual de menores






Os milhares de documentos divulgados na sexta-feira incluem uma lista de pelo menos 12 acusações contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump - que já tinha sido associado a Epstein -, por abuso sexual de menores.





Estas acusações, coligidas pelo FBI (a polícia federal dos Estados Unidos) no ano passado, carecem, contudo, de provas que as sustentem.




Jeffrey Epstein foi encontrado morto na sua cela de uma prisão federal em Nova Iorque, com um lençol atado ao pescoço, em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de exploração sexual.



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Bill Gates reage a menção nos ficheiros de Epstein: "Fui tolo..."




Bill Gates, mencionado nos recentes ficheiros relacionados com o caso Jeffrey Epstein, mostrou-se arrependido por ter conhecido o criminoso sexual. "Fui tolo por passar tempo com ele. Fui uma das muitas pessoas que se arrependeram de o ter conhecido", disse.


Bill Gates reage a menção nos ficheiros de Epstein: Fui tolo...





O bilionário Bill Gates, um dos nomes citados no novo lote de ficheiros relacionados com o caso Jeffrey Epstein, afirmou esta quarta-feira que se arrepende de ter conhecido o criminoso sexual e descreveu as suas alegações como "falsas".



O Departamento de Justiça norte-americano divulgou, na passada sexta-feira, três milhões de documentos sobre Jeffrey Epstein. Tratam-se de mais de 2.000 vídeos e 180.000 imagens, em grande parte "pornografia".




Entre os nomes citados, do mundo das artes, de empresas e desporto e da política, está o de Bill Gates. Há registo de dois e-mails de 18 de julho de 2013, aparentemente escritos por Epstein e que teriam como destinatário Bill Gates. No entanto, não está claro se foram enviados.




"Aparentemente, Jeffrey escreveu um e-mail para si mesmo. Esse e-mail nunca foi enviado, era falso. Por isso, não sei o que ele estava a pensar", disse Bill Gates, numa entrevista à 9 News Australia, citada pela Sky News.




"Isso faz-me lembrar que me arrependo de cada minuto que passei com ele e peço desculpa por ter feito isso", sublinhou.




Bill Gates disse, ainda, que a sua relação com Jeffrey Epstein não era próxima e não tinha conhecimento do "comportamento" do predador sexual.



"É verdade que eu só participava em jantares. Nunca fui à ilha, nunca conheci nenhuma mulher e, por isso, quanto mais se souber, mais claro ficará que, embora tenha sido um erro, não tive nada a ver com esse tipo de comportamento", disse.




"Conheci Jeffrey em 2011. O foco era sempre que ele conhecia muitas pessoas muito ricas e dizia que poderia convencê-las a doar dinheiro", acrescentou. "Fui tolo por passar tempo com ele. Fui uma das muitas pessoas que se arrependeram de o ter conhecido".




"Caro Bill", sexo com "raparigas russas" e doenças sexualmente transmissíveis. O que diziam os e-mails?





Os dois e-mails foram enviados da conta de e-mail de Epstein e de volta para a mesma conta, enquanto nenhuma conta de e-mail associada a Gates é visível e ambos os e-mails não estão assinados, explica a CNN.




Um e-mail é uma carta de demissão da Fundação Bill e Melinda Gates, onde Epstein reclama sobre ter tido que adquirir medicamentos para Bill "lidar com as consequências de relações sexuais com raparigas russas".




O outro, que começa com "caro Bill", reclama sobre Bill Gates ter terminado uma amizade e faz mais alegações sobre ter tentado encobrir uma infecção sexualmente transmissível, incluindo da sua então mulher, Melinda.




Um porta-voz de Bill Gates já tinha desvalorizado a menção de Bill Gates nos ficheiros de Epstein, defendendo que "a única coisa que estes documentos demonstram é a frustração de Epstein por não ter uma relação contínua com Gates e o quanto ele estava disposto a ir longe para o incriminar e difamar".



Vale sublinhar que Bill Gates não foi acusado de qualquer irregularidade por nenhuma das vítimas de Epstein e o facto de o seu nome constar nos arquivos não implica qualquer tipo de atividade criminosa.




Jeffrey Epstein, recorde-se, foi encontrado morto na sua cela de uma prisão federal em Nova Iorque, com um lençol atado ao pescoço, em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de exploração sexual.




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Divulgado vídeo que Epstein gravou às escondidas quando estava detido




Nas imagens, o milionário e criminoso sexual condenado descreve a detenção como "repugnante" e envia uma mensagem para duas mulheres não identificadas. Refere-se também a uma tentativa de beijo "nojenta" que recebeu.


Divulgado vídeo que Epstein gravou às escondidas quando estava detido



Foi divulgado um novo vídeo, gravado aparentemente às escondidas, por Jeffrey Epstein enquanto estava detido. Nas imagens, Epstein descreve a detenção como "repugnante" e envia uma mensagem para duas mulheres.



O vídeo, divulgado pelo Departamento de Justiça dos EUA e publicado pela Sky News, surge, como todos os ficheiros, sem grande contexto. Contudo, as roupas usadas por Epstein nas imagens sugerem que a gravação tenha sido feita secretamente durante a detenção.




"Eu e o Darren estamos aqui sentados, por isso tenho de fingir que estou a falar com o Darren", começa por dizer Epstein, enquanto se filma.





A mensagem, descrevendo o seu estado de saúde, era endereçada a duas mulheres não identificadas.




"Tenho fotografias na parede. Tive de pedir fita-cola emprestada para colocar fotos na parede", conta.




Nas imagens, Epstein também se refere a uma tentativa de beijo "nojenta" que recebeu: "Tenho uma ferida no rosto porque um tipo preto tentou-me beijar. Foi muito nojento."






As autoridades publicaram, na passada sexta-feira, mais de três milhões de ficheiros relacionados com o milionário e criminoso sexual condenado norte-americano Jeffrey Epstein. Os ficheiros incluem nomes do mundo das artes, de empresas e desporto e da política, como o secretário do Comércio britânico, Howard Lutnick.




Os milhares de documentos divulgados na sexta-feira incluem uma lista de pelo menos 12 acusações contra o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump - que já tinha sido associado a Epstein -, por abuso sexual de menores, juntamente com o multimilionário e Ghislaine Maxwell, ex-companheira de Epstein.





Estas acusações, coligidas pelo FBI (a polícia federal dos Estados Unidos) no ano passado, carecem, contudo, de provas que as sustentem.




Jeffrey Epstein foi encontrado morto na sua cela de uma prisão federal em Nova Iorque, com um lençol atado ao pescoço, em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de exploração sexual.




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Novos documentos do caso Epstein reacendem polémicas em vários países




A divulgação de três milhões de documentos da investigação ao criminoso sexual norte-americano Jeffrey Epstein reacendeu controvérsias que atingem figuras políticas, a realeza britânica e instituições internacionais, com impactos em França, Reino Unido, México, Noruega e Rússia.


Novos documentos do caso Epstein reacendem polémicas em vários países





O antigo ministro da Cultura francês Jack Lang tentou hoje conter a polémica gerada pelas referências ao seu nome nos documentos, invocando "ingenuidade" na relação com Jeffrey Epstein -- um influente milionário norte-americano acusado de controlar um esquema de tráfico sexual e abuso sexual de menores -, afastando a hipótese de renunciar à presidência do Instituto do Mundo Árabe, cargo que ocupa desde 2013.



Lang, de 86 anos, sublinhou que não existe qualquer acusação formal contra si e que a sua presença nos documentos não implica irregularidades, embora as 673 menções ao seu nome e alegados conflitos de interesses tenham afetado a sua reputação e a da filha, Caroline.




Na segunda-feira, o antigo governante demitiu-se da presidência de um sindicato de produtores de cinema após revelações sobre uma empresa 'offshore' criada em 2016 com um empresário norte-americano.



No Reino Unido, o antigo príncipe André Mountbatten-Windsor, irmão do Rei Carlos III, abandonou antecipadamente a sua residência em terras da Coroa perto do Castelo de Windsor, na sequência da divulgação dos documentos.




André Mountbatten-Windsor, de 65 anos, mudou-se para a propriedade real de Sandringham, onde ficará temporariamente no Wood Farm Cottage enquanto decorrem obras na sua futura residência.





A saída ocorreu num momento em que a Polícia do Vale do Tamisa anunciou a investigação de alegações de que Epstein teria levado uma segunda mulher ao Reino Unido para manter relações sexuais com André Mountbatten-Windsor em 2010, acusações distintas das feitas por Virginia Giuffre, que se suicidou no ano passado.




André Mountbatten-Windsor negou reiteradamente qualquer irregularidade na relação com Epstein e não comentou publicamente as novas alegações, apesar de surgir várias vezes nos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.




Na Noruega, o Instituto Nobel aguarda esclarecimentos do antigo primeiro-ministro Thorbjørn Jagland, ex-presidente do Comité do Prémio Nobel da Paz, sobre possíveis benefícios financeiros recebidos de Epstein.



O diretor do instituto, Kristian Berg Harpviken, avisou que, se se confirmarem benefícios significativos durante o exercício de funções no Comité Nobel, tal violaria o código de ética da instituição, sem, contudo, antecipar conclusões.





No México, a Presidente Claudia Sheinbaum afirmou que a cooperação do país com a investigação nos Estados Unidos só pode ocorrer mediante um pedido formal das autoridades norte-americanas, antes do depoimento de figuras do mundo empresarial mexicano mencionadas nos documentos.




Sheinbaum frisou que se trata de um inquérito conduzido nos Estados Unidos e que qualquer eventual participação de cidadãos mexicanos depende de solicitações oficiais do Departamento de Justiça.




Em Moscovo, a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, comparou a divulgação dos documentos a uma "libertação de vampiros", associando o caso a alegadas falácias financeiras e a elites ocidentais.




Zakharova citou ainda uma entrevista com o Presidente Vladimir Putin, defendendo que pessoas ligadas a Epstein passaram a ocupar posições relevantes no Ocidente, em contraste com o que descreveu como a aposta russa na moralidade tradicional.





Epstein morreu a 10 de agosto de 2019 numa prisão federal de Nova Iorque, após ter sido acusado de múltiplos crimes de tráfico sexual de jovens mulheres e raparigas menores de idade que poderiam resultar numa pena de prisão de até 45 anos.



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