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A falta de energia, tristeza profunda sem aparente explicação e desinteresse generalizado são alguns dos sintomas mais comuns da doença psiquiátrica da depressão e, que podem ser agravados com a ingestão de algumas destas bebidas.
É um erro comum associar-se o álcool a um tipo de estimulante só por este produzir efeitos como o "aumento da frequência cardíaca, do estado de alerta e, nalguns casos, agressividade".
Mesmo perante estes efeitos estimulantes imediatos do álcool, esta bebida segundo a Very Well Mind trata-se de "um depressor", podendo afetar o sistema nervoso central e "impactando a forma como o cérebro comunica com os nervos do corpo".
Este tipo de depressores "afeta o neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA), que desacelera a atividade cerebral. Isso pode levar a efeitos colaterais como relaxamento, sonolência, fala arrastada, diminuição da inibição e problemas de coordenação", descrevem.
Além disso, estes especialistas explicam que beber álcool rapidamente e em grandes quantidades "pode levar a sintomas mais graves, como perda de memória, coma e até mesmo a morte".
Efeitos secundários mais comuns do consumo de álcool:
Tensão baixa
Perda de coordenação
Visão turva
Dores de cabeça
Tempo de reação reduzido
Náuseas
Vômitos
Tonturas
Funcionamento mental prejudicado
Respiração lenta
Perda de consciência
Perda de memória
Ainda assim, os efeitos do álcool dependem, em grande parte, da rapidez com que o consome e de muitos outros fatores como a genética.
Refrigerantes
O consumo de refrigerantes está associado a um risco crescente de transtornos depressivos, "devido a alterações no microbioma intestinal", mostrara uma investigação citada pelo MedScape.
A par disso, os sintomas mais graves são, geralmente, registados em mulheres, tanto devido a diferenças biológicas como hormonais que podem influenciar nestes padrões.
Como é que os refrigerantes podem aumentar ou agravam os sintomas de depressão:
Refrigerantes podem aumentar o risco de depressão de várias formas possíveis, nomeadamente "desde picos de açúcar no sangue a alterações no microbioma até provocar inflamação e alguns efeitos no sistema de recompensa cerebral", explica Thanarajah à mesma fonte.
Ao contrário de qualquer outro alimento sólido, "os refrigerantes entregam um rápido fluxo de açúcar ou adoçantes ao cólon, que podem elevar rapidamente os níveis de açúcar no sangue, alcançar o cérebro e também promover o crescimento de bactérias intestinais com propriedades pró-inflamatórias", explica.
O microbioma intestinal pode também ser prejudicado, na medida em que algumas dessas bebidas contêm adoçantes artificiais, como é o caso do aspartame. A par disso, os efeitos negativos do açúcar, enquanto "substância que causa um vício", também são evidenciados nesta investigação.
Note que, não é por ingerir estas bebidas que fica com depressão. Esta doença exige sempre um diagnóstico aprofundado.
IN:NM
