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Bater com o cotovelo é o mesmo do que bater com o joelho? Certamente que já sentiu uma espécie de ‘choque’ quando bate com o cotovelo. Sabe o motivo pelo qual isto acontece? Um neurologista revela o que acontece para que tenha este tipo de sensação.
A verdade é que esta ligeira batida acaba por seguir para o braço e, por vezes, até aos dedos. Ao Metropole o neurologista Carlos Uribe começou por dizer que o que acaba por ser atingido não é o osso em si, mas sim um nervo, o nervo ulnar, o provoca a tal sensação.
Uma ligeira lesão ou batida neste nervo acaba por ser uma mistura de estímulos que junta tanto dor e formigueiro. “Quando há impacto direto na parte interna e posterior do cotovelo, o nervo ulnar é comprimido contra o osso. Como é muito superficial nessa região, qualquer pressão gera esse estímulo abrupto”, explica o especialista.
Nesta zona do corpo, o nervo não tem grande proteção, daí que acaba por gerar este ‘choque’. “Acaba por estimular um nervo periférico. Por isso, a sensação não fica só no cotovelo e percorre todo o trajeto até o dedo mínimo e metade do dedo anelar.”
Dor de cotovelo?
Revela ainda que este nervo é responsável pela sensibilidade do dedo mindinho e parte do anelar, além de músculos do antebraço e da mão. Deste desconforto dura apenas alguns segundos. Contudo, podem existir alguns sinais de alerta.
Se persistir durante uns minutos ou horas ou se tiver fraqueza no braço, o melhor é procurar ajuda médica. “Um impacto muito forte pode causar lesão no nervo. Em situações raras, pode evoluir para dor neuropática ou perda de força”, continua.
e o choque deixa de ser passageiro e passa a se repetir sem trauma evidente, o problema pode não estar apenas na quina da mesa, mas no próprio nervo.
Seis formas naturais para reduzir a dor ciática
Comum entre as pessoas de meia idade, a dor ciática espelha-se na presença de mal-estar, fraqueza, adormecimento ou formigueiro numa perna. Segundo a informação dada pelo site da CUF, esta dor tem origem na região lombar, passando para o glúteo e chegando à perna, afetando todo o trajeto do nervo ciático, o mais longo do corpo.
Hérnias, apertos no canal que envolve a medula espinal, tumores ou quistos podem ser as causas mais comuns desta dor, sendo sempre importante uma avaliação médica, uma vez que o diagnóstico pode depender da realização de uma ressonância magnética.
Quanto ao tratamento, existem formas naturais que podem reduzir esta dor, como indica a Prevention. De acordo com o médico Andrew Weil, o descanso e a aplicação de calor ou frio (dependendo da recomendação do especialista que avaliou) é um dos primeiros aspetos a ter em conta.
Com a ajuda de um terapeuta físico, a pessoa pode ainda tentar reduzir esta dor com alguns alongamentos, que permitem reduzir a pressão no nervo ciático. Também a acupuntura pode ser eficaz neste sentido, lê-se na revista, que destaca ainda o recurso a um osteopata a um massagista.
Melhorar a postura provocada pelo uso das novas tecnologias não só pode reduzir a dor, como também prevenir o seu aparecimento.
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