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Irão a ferro e fogo

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Ministros dos Negócios Estrangeiros russo e iraniano discutem guerra




O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, e o homólogo iraniano, Abas Araqchi, falaram hoje por telefone da situação na República Islâmica e dos assuntos vinculados com a navegação pelo Estreito de Ormuz.


Ministros dos Negócios Estrangeiros russo e iraniano discutem guerra





Na reunião, divulgada pelos russos, "os ministros analisaram em profundidade a evolução do conflito no Médio Oriente, os esforços empreendidos por vários Estados para reduzir as tensões e trocaram opiniões sobre o progresso das discussões no Conselho de Segurança da ONU para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz e superar outras consequências da agressão não provocada de Israel e dos EUA contra a República Islâmica de Irão", segundo o comunicado oficial.



O Irão anunciou hoje que está em vias de finalizar o seu rascunho de protocolo, que vai estabelecer um novo regime de navegação no Estreito de Ormuz.



Quando terminado, o documento vai ser abordado com Omã para elaborar um protocolo conjunto, disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kazem Gharibabadi, à agência russa Sputnik.



O chefe do Conselho de Segurança da Federação Russa, Serguéi Shoigu, afirmou hoje que Moscovo já propôs várias "opções" para a resolução pacífica do conflito às partes em confronto, que "estão sobre as mesas" de EUA, Israel e Irão.



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Guarda Revolucionária reivindica ataque a centro de dados da Amazon




A Guarda Revolucionária iraniana reivindicou hoje um ataque a um centro de dados da empresa tecnológica Amazon no Bahrein, dias depois de ter anunciado que iria começar a atacar empresas norte-americanas no Médio Oriente.


Guarda Revolucionária reivindica ataque a centro de dados da Amazon




"A Guarda Revolucionária atingiu um centro de dados da Amazon no Bahrein, o que obrigou a empresa a abandonar a região", afirmou a agência iraniana Mehr.



O exército ideológico da República Islâmica não deu mais detalhes sobre o suposto ataque, que ocorre após ter anunciado na terça-feira que iria começar a bombardear empresas dos Estados Unidos na região.



A Guarda Revolucionária publicou na mesma ocasião uma lista de 18 empresas, em que também constavam a Microsoft, Apple, Google, HP, Intel, Meta, IBM, Boeing e a Nvidia, afirmando que estas deviam "esperar a destruição" das suas instalações "em todos os países da região" do Médio Oriente em retaliação por quaisquer outros "assassínios no Irão".



"Aconselhamos os trabalhadores destas instituições a abandonarem imediatamente os seus locais de trabalho para salvar as suas vidas", continuava a mesma nota.



"É igualmente aconselhado aos habitantes das zonas próximas destas empresas terroristas em todos os países da região que abandonem as suas casas no raio de um quilómetro", acrescentou o Exército ideológico do regime iraniano.



Em pouco mais de um mês de bombardeamentos ao Irão, os Estados Unidos (EUA) e Israel eliminaram mais de uma dúzia de altos responsáveis religiosos, políticos e militares da República Islâmica, entre os quais o líder supremo, Ali Khamenei (entretanto substituído pelo seu segundo filho, Mojtaba Khamenei), e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Ali Larijani.



Os EUA e Israel justificaram o ataque militar lançado ao Irão a 28 de fevereiro com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, que afirma destinar-se apenas a fins civis.



Em retaliação, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz e lançou ataques a alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.



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Irão anuncia abate de caça dos EUA. Polícia dá recompensa por tripulação




A televisão estatal iraniana disse hoje que as Forças Armadas do país abateram um caça norte-americano F-15E no sul do país e que decorre uma operação para resgatar a tripulação.


Irão anuncia abate de caça dos EUA. Polícia dá recompensa por tripulação




Contactado pela agência de notícias France-Presse (AFP) sobre o incidente, o comando militar dos EUA para o Médio Oriente (Centcom) não respondeu.



A emissora IRIB mostrou imagens de dois supostos helicópteros dos EUA que estão à procura dos pilotos do caça abatido, com capacidade para uma tripulação de dois elementos, indicou a agência de notícias EFE.



A agência iraniana Fars noticiou que as forças iranianas iniciaram buscas para localizar a tripulação.



No entanto, vários órgãos de comunicação social norte-americanos informaram que um avião de combate se despenhou e que estão em curso operações para localizar a tripulação. O jornal The New York Times citou responsáveis norte-americanos e israelitas.



Um comunicado da polícia, divulgado pelas forças de segurança iranianas, registou que o piloto foi alvejado enquanto sobrevoava o centro do Irão, tendo sido abatido na província de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad, no sudoeste.


"Se capturarem o ou os pilotos inimigos com vida e os entregarem à polícia ou às Forças Armadas, receberão uma generosa recompensa", disse a polícia, na mensagem lida na transmissão da televisão estatal.



A 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irão, que retaliou com ataques a alvos israelitas, bases norte-americanas na região e infraestruturas civis e energéticas de países vizinhos.



Em março, as forças iranianas anunciaram que tinham atingido e danificado um F-35 norte-americano, mas esta é a primeira vez desde o início do conflito que os órgãos de comunicação social noticiaram o abate de um caça.



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Exército iraniano diz ter abatido segundo avião de combate dos EUA




O exército iraniano anunciou ter abatido um segundo avião de combate norte-americano, depois de um caça F-15 se ter despenhado no sudoeste do Irão.


Exército iraniano diz ter abatido segundo avião de combate dos EUA




"Um avião norte-americano do tipo A-10 foi atingido pelos sistemas de defesa aérea (...) e caiu nas águas do Golfo", de acordo com o exército iraniano, num comunicado lido na televisão estatal do Irão (IRIB).



O jornal norte-americano The New York Times, citando duas fontes das autoridades norte-americanas, noticiou que o avião se despenhou perto do estreito de Ormuz, tendo o piloto sido resgatado.


Hoje, o exército iraniano já tinha anunciado que tinha abatido um caça norte-americano no sul do Irão.



Um dos dois pilotos da aeronave, um caça F-15, foi resgatado com vida pelos Estados Unidos, que continuam a tentar localizar o segundo ocupante.



A IRIB mostrou imagens de dois supostos helicópteros dos Estados Unidos que estavam à procura dos pilotos do caça abatido, segundo a agência de notícias EFE.



A polícia, num comunicado divulgado pelas forças de segurança iranianas, referiu que o avião foi alvejado enquanto sobrevoava o centro do Irão, tendo sido abatido na província de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad, no sudoeste do país.



A 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irão, que retaliou com ataques a alvos israelitas, bases norte-americanas na região e infraestruturas civis e energéticas de países vizinhos.


Em março, as forças iranianas anunciaram que tinham atingido e danificado um F-35 norte-americano, mas esta é a primeira vez desde o início do conflito que os órgãos de comunicação social noticiam o abate de um caça.



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Guerra contra Irão já matou 13 militares norte-americanos




A operação militar 'Fúria Épica', contra o Irão, causou até ao momento 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono.


Guerra contra Irão já matou 13 militares norte-americanos




Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que explicou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército norte-americano.



Sessenta e três feridos são da Marinha, 19 dos Fuzileiros e 36 da Força Aérea.



Quanto aos 13 mortos, sete eram do Exército e seis da Força Aérea.



Os números divulgados não incluem quaisquer baixas ou ferimentos que possam ter ocorrido na sexta-feira, quando as forças iranianas abateram um caça norte-americano.



Um dos tripulantes do caça F-15 atacado por Teerão foi resgatado com vida, mas as forças norte-americanas continuam a tentar encontrar o segundo tripulante, cujo estado de saúde é desconhecido.



O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou hoje que o ataque iraniano afete as alegadas negociações com Teerão.



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Ataque iraniano com munições de fragmentação faz um ferido no centro de Israel




Uma pessoa ficou hoje ferida num ataque com um míssil balístico iraniano que lançou munições de fragmentação no centro de Israel, noticiaram os meios de comunicação israelitas.


Ataque iraniano com munições de fragmentação faz um ferido no centro de Israel





O serviço de emergência Magen David Adom informou que "um homem de 79 anos ficou ferido ao ser atingido por destroços carregados pela onda de choque de um míssil com munições de fragmentação em Kiryat Ata, perto de Haifa".



As Forças de Defesa de Israel identificaram o ataque e emitiram um alerta instruindo os residentes para "procurarem abrigo", enquanto "os sistemas de defesa operavam para intercetar a ameaça".



A emissora Canal 12 de Israel informou que, devido à emergência, "foram recebidas chamadas de 17 locais onde ocorreram os impactos. Entre as cidades que receberam relatos de danos estão Telavive, Bnei Brak, Givatayim, Givat Shmuel, Petah Tikva e Rosh Haayin".



"Tratava-se de um míssil fragmentado que atingiu seis cidades diferentes, provocando um incêndio num apartamento em Rosh Haayin, danos num edifício em Petah Tikva e destruição também em Telavive", segundo o portal de notícias Ynet.



Teerão tem lançado mísseis e drones contra território israelita, em retaliação pela ofensiva aérea lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel sobre o Irão.



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Executados dois membros de grupo da oposição ao regime do Irão




As autoridades iranianas executaram hoje dois homens condenados por pertencerem a um grupo de oposição proibido e por ações de desestabilização destinadas a derrubar o poder, anunciou o poder judicial.


Executados dois membros de grupo da oposição ao regime do Irão




Estas execuções são as mais recentes visando os Mujahideen do Povo (MEK), tendo outros quatro membros do grupo sido enforcados esta semana.



"Abolhassan Montazer e Vahid Baniamerian (...) foram enforcados após julgamento e o Supremo Tribunal confirmou a pena", relatou o 'site' Mizan Online, órgão do poder judicial.



Os dois homens foram condenados por tentativa de "rebelião com envolvimento em múltiplos atos terroristas", "pertencerem ao grupo MEK e a prática de atos de sabotagem visando derrubar a República Islâmica", segundo a mesma fonte, que não especificou a data da prisão.


A organização dos Mujahideen do Povo, que apoiou a Revolução Islâmica de 1979 antes de romper com os líderes iranianos na década de 1980, é designada como "terrorista" por Teerão.



O Irão é o segundo no ranking mundial de número de execuções, depois da China, segundo grupos de defesa dos direitos humanos, incluindo a Amnistia Internacional.


Desde o início da guerra no Médio Oriente, desencadeada por uma ofensiva de Israel e Estados Unidos contra Teerão em 28 de fevereiro, vários indivíduos foram executados.



Na quinta-feira, um homem reconhecido como culpado de ter realizado ações em nome de Israel e dos Estados Unidos, durante o movimento de contestação que abalou o país em dezembro e janeiro, foi enforcado.



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Exército israelita avisa iranianos a não viajarem hoje de comboio




O exército israelita exortou os iranianos a absterem-se de viajar hoje de comboio até às 17h30 TMG, numa mensagem publicada na rede social X, que deixa entrever futuros ataques à rede ferroviária no Irão.


Exército israelita avisa iranianos a não viajarem hoje de comboio





"Caros cidadãos, para a vossa segurança, pedimos-vos que evitem utilizar os comboios ou viajar de comboio em todo o país a partir de agora e até às 21h00, hora do Irão" (18h30 em Lisboa), escreveu o exército israelita na sua conta naquela rede social.



"A vossa presença nos comboios e nas proximidades das vias férreas coloca as vossas vidas em perigo", acrescenta a mensagem.



A ameaça ao ataque de infraestruturas civis iranianas - incluindo pontes e centrais de energia - foi esta segunda-feira reforçada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, numa conferência de imprensa em que reiterou o prazo dado a Teerão até às 20h00 de hoje em Washington (01h00 de quarta-feira em Lisboa) para concluir um acordo que passe pelo desimpedimento à navegação pelo Estreito de Ormuz.



Neste contexto, e segundo uma fonte israelita à CNN, "Israel aguarda a decisão de Trump sobre os próximos passos", mas tem "planos adicionais para as próximas semanas, à espera da aprovação dos Estados Unidos".



Em resposta à ameaça de Trump, Teerão avisou os Estados Unidos e os países aliados na região que esperassem o mesmo tipo de resposta.



A única via rodoviária que liga a Arábia Saudita ao Bahrein foi hoje encerrada por motivos de segurança após alertas emitidos na região, informaram as autoridades sauditas.



"O tráfego de veículos na ponte Rei Fahd foi suspenso por precaução", afirmou a Autoridade Geral da Ponte Rei Fahd, o organismo que gere este conjunto de pontes com 25 quilómetros que liga os dois países.



As declarações de Trump relativamente à possibilidade de um acordo com o Irão permitem perceber que Washington não aceitou a última contraproposta de Teerão, transmitida através do Paquistão, que consistia em 10 pontos, entre os quais se incluíam o fim das hostilidades na região, um protocolo de passagem segura pelo Estreito de Ormuz e o levantamento das sanções.



O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou na segunda-feira que o exército israelita continua a eliminar altos funcionários, mas também a atacar fábricas iranianas, incluindo Pars Sul, a maior fábrica petroquímica do Irão.



Os meios de comunicação iranianos confirmaram ataques contra as empresas Mobin e Damavand, responsáveis pelo fornecimento de eletricidade, água e oxigénio ao complexo petroquímico de Pars Sul, que alberga as maiores reservas mundiais de gás natural.



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Complexo petroquímico na Árabia Saudita atacado durante a madrugada




Um complexo petroquímico no leste da Arábia Saudita foi alvo de ataques durante a madrugada, segundo o relato de uma testemunha à Agência France Presse (AFP).


Complexo petroquímico na Árabia Saudita atacado durante a madrugada





"Um ataque provocou um incêndio nas instalações da Sabic em Jubail. As explosões foram muito fortes", disse a fonte, que pediu para não identificada, referindo-se à Saudi Basic Industries Corporation, uma empresa química saudita.



Quando contactada pela AFP, a empresa não quis prestar declarações.



Na zona de Jubail está localizada uma das maiores zonas industriais do mundo.



Até ao momento desconhecem-se detalhes sobre o ataque contra a Arábia Saudita.



Entretanto, várias explosões foram sentidas hoje na capital do Irão testemunhou um jornalista da Agência Francde Presse (AFP) no norte de Teerão.



Anteriormente, as Forças de Defesa de Israel (IDF) reclamaram o bombardeamento de um complexo petroquímico em Shiraz (sul do Irão) na segunda-feira, além do ataque ao complexo de Pars Sur (que alberga as maiores reservas de gás natural do mundo)



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Irão ignora "retórica grosseira e arrogante" de Trump e mantém operações




O exército iraniano rejeitou a "retórica grosseira e arrogante" do Presidente norte-americano, Donald Trump, garantindo que esta "não tem qualquer efeito" nas suas operações.


Irão ignora retórica grosseira e arrogante de Trump e mantém operações




Após Trump ameaçar que forças norte-americanas poderão destruir "em quatro horas" a totalidade das pontes e as centrais elétricas do Irão, o porta-voz do comando das forças armadas iranianas, Khatam Al-Anbiya, afirmou que "a retórica grosseira e arrogante, bem como as ameaças infundadas do Presidente norte-americano perturbado, que se encontra num impasse e justifica as sucessivas derrotas do exército norte-americano, não têm qualquer efeito sobre a prossecução da ofensiva e das operações esmagadoras" que afirma ter em curso.



As declarações foram feitas na noite de segunda-feira à rádio e televisão estatais iranianas, após uma conferência de imprensa de Trump em Washington.



O Presidente norte-americano fez ao Irão um ultimato para chegar a um acordo de cessar-fogo até hoje às 20:00 de Washington (01:00 de quarta-feira em Portugal continental).



A destruição de pontes e centrais elétricas "será feita no espaço de quatro horas --- se assim o quisermos", acrescentou Trump numa conferência de imprensa na Casa Branca, centrada no resgate de um piloto norte-americano no Irão no passado fim de semana.



"Temos um plano, graças ao poder das nossas forças armadas, que prevê que todas as pontes do Irão sejam destruídas até à meia-noite de amanhã (terça-feira), que todas as centrais elétricas do Irão fiquem fora de serviço (...) e nunca mais possam ser utilizadas", afirmou Trump.


"O Irão na sua totalidade poderia ser destruído numa única noite, e essa noite poderia muito bem ser a de amanhã (terça-feira)", ameaçou Donald Trump.



Trump classificou hoje como um "passo muito significativo" a proposta de cessar-fogo de 45 dias no Irão apresentada por países mediadores, embora insista que ainda é insuficiente.



"Ainda não é suficiente, mas é um passo muito significativo", afirmou Trump à margem de uma cerimónia de Páscoa na Casa Branca, em Washington.


Horas antes, a Casa Branca (presidência norte-americana) tinha confirmado que mediadores internacionais propuseram uma trégua temporária no conflito com o Irão, mas salientou que o Presidente dos Estados Unidos não endossou formalmente a iniciativa.



"É apenas uma ideia entre muitas, e o Presidente não a endossou. A operação militar continua", declarou um alto responsável norte-americano, referindo-se à ofensiva em curso, designada "Operação Fúria Épica".



Segundo o portal norte-americano Axios, a proposta foi apresentada por mediadores do Paquistão, Egito e Turquia e prevê uma pausa de 45 dias nas hostilidades para permitir negociações diplomáticas.


O plano inclui uma primeira fase de cessar-fogo temporário, passível de prorrogação, seguida de negociações destinadas a alcançar um acordo de paz duradouro entre Washington e Teerão.



Apesar de reconhecer a relevância da proposta, Trump não indicou qualquer compromisso imediato com a sua implementação, mantendo em aberto a continuidade das operações militares.



Os Estados Unidos e Israel têm em curso desde 28 de fevereiro uma ofensiva militar de grande envergadura contra o Irão, que já causou mais de três mil mortos na região do Golfo.



Teerão respondeu com ataques contra interesses norte-americanos e israelitas nos países do Golfo Pérsico, além de bloquear o Estreito de Ormuz, o que fez disparar os preços do petróleo.




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EUA podem destruir pontes e centrais elétricas do Irão "em quatro horas"




As forças norte-americanas poderão destruir "em quatro horas" a totalidade das pontes e as centrais elétricas do Irão, ameaçou hoje o Presidente norte-americano, Donald Trump.


EUA podem destruir pontes e centrais elétricas do Irão em quatro horas





"Temos um plano, graças ao poder das nossas forças armadas, que prevê que todas as pontes do Irão sejam destruídas até à meia-noite de amanhã (terça-feira), que todas as centrais elétricas do Irão fiquem fora de serviço (...) e nunca mais possam ser utilizadas", afirmou Trump.



O Presidente norte-americano fez ao Irão um ultimato para chegar a um acordo de cessar-fogo até terça-feira às 20:00 de Washington (01:00 de quarta-feira em Portugal continental).



A destruição de pontes e centrais elétricas "será feita no espaço de quatro horas --- se assim o quisermos", acrescentou Trump numa conferência de imprensa na Casa Branca, centrada no resgate de um piloto norte-americano no Irão no passado fim de semana.



"O Irão na sua totalidade poderia ser destruído numa única noite, e essa noite poderia muito bem ser a de amanhã (terça-feira)", ameaçou Donald Trump.


Questionado sobre a possibilidade de os ataques a infraestruturas civis representarem crimes de guerra, Trump afirmou não se "preocupar" e garantiu que a operação militar norte-americana contava com o apoio da população iraniana.



Os iranianos "estarão dispostos a sofrer para ter a liberdade", declarou Donald Trump, garantindo haver apoio dentro do país à continuação dos bombardeamentos.


Trump classificou hoje como um "passo muito significativo" a proposta de cessar-fogo de 45 dias no Irão apresentada por países mediadores, embora insista que ainda é insuficiente.



"Ainda não é suficiente, mas é um passo muito significativo", afirmou Trump à margem de uma cerimónia de Páscoa na Casa Branca, em Washington.



Horas antes, a Casa Branca (presidência norte-americana) tinha confirmado que mediadores internacionais propuseram uma trégua temporária no conflito com o Irão, mas salientou que o Presidente dos Estados Unidos não endossou formalmente a iniciativa.



"É apenas uma ideia entre muitas, e o Presidente não a endossou. A operação militar continua", declarou um alto responsável norte-americano, referindo-se à ofensiva em curso, designada "Operação Fúria Épica".



Segundo o portal norte-americano Axios, a proposta foi apresentada por mediadores do Paquistão, Egito e Turquia e prevê uma pausa de 45 dias nas hostilidades para permitir negociações diplomáticas.



O plano inclui uma primeira fase de cessar-fogo temporário, passível de prorrogação, seguida de negociações destinadas a alcançar um acordo de paz duradouro entre Washington e Teerão.


Apesar de reconhecer a relevância da proposta, Trump não indicou qualquer compromisso imediato com a sua implementação, mantendo em aberto a continuidade das operações militares.


Os Estados Unidos e Israel têm em curso desde 28 de fevereiro uma ofensiva militar de grande envergadura contra o Irão, que já causou mais de três mil mortos na região do Golfo.



Teerão respondeu com ataques contra interesses norte-americanos e israelitas nos países do Golfo Pérsico, além de bloquear o Estreito de Ormuz, o que fez disparar os preços do petróleo.



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Irão: Trump ameaça que "uma civilização inteira morrerá esta noite"




O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje que "uma civilização inteira morrerá esta noite" se o regime iraniano não reabrir o Estreito de Ormuz, poucas horas antes do final do seu ultimato.


Irão: Trump ameaça que uma civilização inteira morrerá esta noite




"Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais voltar", disse numa mensagem publicada nas redes sociais, referindo que as próximas horas vão testemunhar "um dos momentos mais importantes" da História mundial.



"Não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá", afirmou Trump.



O Presidente norte-americano fez ao Irão um ultimato para que o regime islâmico volte a deixar passar todos os petroleiros no Estreito de Ormuz até às 20:00 de hoje em Washington (01:00 de quarta-feira em Lisboa).



Na segunda-feira, Trump ameaçou mandar destruir "em quatro horas" a totalidade das pontes e centrais elétricas do Irão, caso o ultimato não seja atendido.


"Temos um plano, graças ao poder das nossas forças armadas, que prevê que todas as pontes do Irão sejam destruídas até à meia-noite de amanhã [hoje], que todas as centrais elétricas do Irão fiquem fora de serviço (...) e nunca mais possam ser utilizadas", afirmou.


Na mensagem que publicou hoje nas redes sociais, Donald Trump admitiu ainda esperar que a sua ameaça seja levada a sério e cumpridas as suas ordens.



"Agora que temos uma mudança de regime [no Irão] completa e total, onde prevalecem mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas, talvez algo revolucionário e maravilhoso possa acontecer. Quem sabe?", questionou.



"Vamos descobrir esta noite num dos momentos mais importantes da longa e complexa História do mundo", adiantou, acrescentando que "47 anos de extorsão, corrupção e morte vão finalmente chegar ao fim", referindo-se ao período desde a Revolução Islâmica do Irão, em 1979.


"Que Deus abençoe o grande povo do Irão", concluiu.



As autoridades iranianas recusaram na segunda-feira quaisquer negociações com os Estados Unidos sob ameaça do Presidente.



De acordo com o portal de notícias norte-americano Axios, os Estados Unidos, o Irão e um grupo de mediadores regionais estão a discutir os termos de um possível cessar-fogo de 45 dias que poderá levar ao fim definitivo da guerra travada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão.


Segundo o portal, as conversações, que estão a ser conduzidas por mediadores paquistaneses, egípcios e turcos, mas também através de mensagens de texto trocadas entre o enviado de Donald Trump, Steve Witkoff, e o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, incluem a reabertura completa do Estreito de Ormuz e uma solução para o urânio altamente enriquecido do Irão.



O Irão já tinha avançado anteriormente que pretende manter o controlo do estreito mesmo depois da guerra e que está a preparar uma lei para impor um sistema de portagem aos navios que o queiram atravessar.




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"Grande dia para a paz". Trump diz que EUA "ficarão" no Estreito de Ormuz




O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu hoje que os Estados Unidos ajudarão a gerir o "tráfego acumulado" no Estreito de Ormuz, após ter anunciado um cessar-fogo de duas semanas com o Irão.


Grande dia para a paz. Trump diz que EUA ficarão no Estreito de Ormuz





Numa mensagem publicada na Truth Social, a rede social que lhe pertence, o inquilino da Casa Branca reafirmou que haverá "muitas ações positivas" e que "se ganhará muito dinheiro", sem concretizar como a Administração norte-americana irá atuar no estreito, nem explicar essas ações, sobretudo perante a declaração de Teerão, segundo a qual continuará a "coordenar" o escoamento do petróleo no Golfo.



Após o anúncio do acordo de cessação das hostilidades, Teerão garantiu que, durante as próximas duas semanas, permitirá a "passagem segura" através de Ormuz, "em coordenação com as forças armadas iranianas e tendo em conta as limitações técnicas", segundo o chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, na rede social X.



"Um grande dia para a paz mundial", começou por anunciar Trump nesta mensagem, insistindo que podem vir a ser feitos "fornecimentos de todo o tipo" e que os EUA "ficarão por lá" - no Estreito de Ormuz - para garantir que "tudo corre bem", mais uma vez, sem concretizar.



Trump considerou ainda que o Irão já pode iniciar o seu "processo de reconstrução" e que esta nova etapa na região poderá tornar-se na "era dourada do Médio Oriente".



A notícia do acordo temporário e das negociações que terão início a 10 de abril em Islamabade, no Paquistão, provocou subidas acentuadas nas bolsas asiáticas e a queda abrupta do preço do petróleo para menos de 100 dólares por barril.




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Conselho de Segurança Nacional do Irão aceita cessar-fogo de 2 semanas




O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão confirmou o cessar-fogo bilateral de duas semanas com os Estados Unidos e informou que as negociações para um acordo de paz terão lugar no Paquistão a partir de 10 de abril.


Conselho de Segurança Nacional do Irão aceita cessar-fogo de 2 semanas





O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que a passagem pelo Estreito de Ormuz será permitida durante as próximas duas semanas, sob controlo militar iraniano.



Antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que aceitou suspender por duas semanas os bombardeamentos e ataques ao Irão, num "cessar-fogo bilateral", e após ter recebido de Teerão uma proposta de paz "viável".



O Conselho Supremo de Segurança Nacional confirmou, em comunicado, que "foi decidido ao mais alto nível que o Irão se envolverá em negociações com os Estados Unidos em Islamabade (Paquistão) durante um período de duas semanas".



"Esclarece-se que isto não significa o fim da guerra e que o Irão só aceitará a cessação das hostilidades após a conclusão das negociações", afirmou o Conselho Supremo.


"As nossas mãos permanecem no gatilho, e se o inimigo cometer o mais pequeno erro, terá a resposta com toda a força", acrescentou.


O período de duas semanas, referiu ainda, poderá ser prolongado "por mútuo acordo entre as partes".



Desde o início dos ataques norte-americanos e israelitas, em 28 de fevereiro, o Irão bloqueou parcialmente o trânsito no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás mundial, permitindo apenas a circulação de navios de países considerados aliados, o que contribuiu para a subida dos preços da energia.



Na rede social X, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, anunciou que o Irão aceitou reabrir o Estreito de Ormuz no âmbito da trégua de duas semanas, condicionada à suspensão dos ataques aéreos israelitas e norte-americanos.



"Se os ataques contra o Irão cessarem, as nossas poderosas forças armadas cessarão as suas operações defensivas", declarou Araghchi.



"Durante um período de duas semanas, a passagem segura pelo Estreito de Ormuz será possível em coordenação com as forças armadas iranianas e tendo em conta as limitações técnicas", acrescentou.



A medida é uma "resposta ao pedido fraterno do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif", segundo o chefe da diplomacia de Teerão.



A pouco mais de uma hora do fim do prazo dado a Teerão para reabrir o Estreito de Ormuz ou enfrentar um ataque devastador às suas infraestruturas, Trump anunciou na terça-feira que aceitou suspender por duas semanas os bombardeamentos e ataques à República Isâmica, num "cessar-fogo bilateral", e após ter recebido de Teerão uma proposta de paz "viável".


"Aceito suspender os bombardeamentos e ataques ao Irão por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO bilateral! A razão para tal é que já cumprimos e superámos todos os objetivos militares e estamos muito avançados num Acordo definitivo sobre a PAZ a longo prazo com o Irão e a PAZ no Médio Oriente", afirmou Trump na rede social Truth.



Segundo o Presidente norte-americano, o compromisso resulta das conversações promovidas pelo primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif, que lhe solicitou que "suspendesse o envio de forças destrutivas para o Irão esta noite, e desde que a República Islâmica do Irão concordasse com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz".



Trump afirmou ter recebido uma proposta de 10 pontos do Irão "que constitui uma base viável para a negociação".



"Quase todos os pontos de discórdia anteriores foram acordados entre os Estados Unidos e o Irão, mas um período de duas semanas permitirá que o Acordo seja finalizado e consolidado. Em nome dos Estados Unidos da América, enquanto Presidente, e também em representação dos países do Médio Oriente, é uma honra ter este problema de longa data perto de ser resolvido", adiantou.



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Irão: Iraque reabre o espaço aéreo, encerrado desde o início da guerra




O Iraque anunciou hoje a reabertura do seu espaço aéreo, encerrado desde o início da guerra no Médio Oriente, em fevereiro, pouco depois de Washington e Teerão terem anunciado um cessar-fogo de duas semanas.


Irão: Iraque reabre o espaço aéreo, encerrado desde o início da guerra





"A Autoridade de Aviação Civil anuncia a reabertura do espaço aéreo iraquiano ao tráfego (...) a partir de hoje, após a estabilização da situação e o regresso às condições normais", afirmou este departamento governamental iraquiano em um comunicado.



Este serviço indicou ainda que "todos os voos civis estão autorizados a serem retomados (...) nos aeroportos do país".



Na terça-feira à noite, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que aceitou suspender por duas semanas os bombardeamentos e ataques ao Irão, num "cessar-fogo bilateral", e após ter recebido de Teerão uma proposta de paz "viável".



O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão confirmou o cessar-fogo bilateral de duas semanas com os Estados Unidos e informou que as negociações para um acordo de paz terão lugar no Paquistão a partir de 10 de abril.




A guerra do Irão, iniciada a 28 de fevereiro de 2026, marcou uma escalada no Médio Oriente devido aos ataques iniciais dos Estados Unidos e Israel sobre alvos militares e nucleares iranianos, incluindo na capital, Teerão, e também à resposta iraniana.



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