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Notícias Furta 150g de ouro e foge… num burro. "Estava bêbado. Estou arrependido"

Lordelo

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Um jovem de 26 anos assaltou uma joelharia, da qual levou 150 gramas de ouro de 14 quilates, e fugiu num burro, em Kayseri, na Turquia. O episódio caricato deu-se na noite de terça-feira.


Imagens captadas por câmaras de segurança, às quais poderá aceder na galeria acima, mostram o suspeito a arrombar a cobertura de metal da loja, com recurso com a um empilhador.


Depois, de partir uma janela para chegar ao balcão da loja, o jovem é visto a empurrar o tampo de vidro e a saltar por cima da superfície, antes de ver o que tinha caído no chão.


Após furtar o ouro, o sujeito fugiu pela janela. Já no exterior do estabelecimento comercial, foi filmado por várias câmara a percorrer a cidade, montado num burro.


O indivíduo foi, depois, localizado e detido pelas autoridades, que o identificaram graças às imagens captadas pelas câmaras de videovigilância, detalhou o Departamento da Polícia de Kayseri, em comunicado .


Mais tarde, os agentes da polícia encontraram as joias furtadas, que estavam embrulhadas num saco de plástico preto e enterradas num terreno lamacento. Entre os artigos estavam anéis, colares e pulseiras, que foram devolvidos ao proprietário.


As autoridades apuraram ainda que a empilhadora usada no assalto também tinha sido furtada.


O jovem, identificado como Mehmet Ç., confessou ao jornal Hürriyet que estava arrependido e que tinha cometido o crime devido às suas “necessidades financeiras”.


“Estava bêbado. Queria beber mais. Como a loja de bebidas estava fechada, não consegui. Vi o empilhador na estrada. Os cabos estavam expostos ao lado do volante. Liguei-o tocando nos cabos. Entrei no empilhador para ir a outra loja de bebidas alcoólicas. Vi o local em questão. Lembrei-me das dificuldades financeiras que estava a passar”, disse.


O sujeito descreveu ainda como levou a cabo o furto das peças em ouro, cuja quantidade desconhecia.


“Peguei no ouro, sem saber a quantidade. Coloquei-o no bolso e fugi a pé. Fui até ao riacho e montei novamente o burro. Fui até ao nosso celeiro. Amarrei o burro e escondi o ouro dentro de um saco na entrada do palheiro. Cheguei a casa e o meu pai perguntou-me porque é que não tinha ido a Mersin. Respondi que o carro tinha avariado e, por isso, não pude ir”, contou.


E assegurou: “Ninguém me orientou. Fi-lo por causa das minhas necessidades financeiras. Peguei num punhado de ouro. Parte dele caiu no local do crime. O meu pai devolveu o ouro que furtei. Quero compensar os danos causados no local. Estou arrependido.”

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