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Cyntoia Brown tinha apenas 16 anos quando foi condenada por homicídio em primeiro grau por ter matado Johnny Allen, homem que a tirou das ruas para a prostituir e que teria relações sexuais com a menor.
Apesar de ter alegado que só agiu em legítima defesa, a a então adolescente foi, em 2004, condenada a uma pena de prisão perpétua.
Catorze anos volvidos, esta quarta-feira, Cyntoia teve a sua primeira oportunidade para voltar a ir a tribunal e defender a sua inocência. A mulher, agora com 30 anos, pediu clemência perante um juiz na prisão feminina do Tennessee.
Foram 14 as pessoas que testemunharam em sua defesa e, ao final de três horas de audição, o painel mostrou-se dividido: dois defenderam uma redução da pena e a libertação da jovem em tempo útil, dois votaram contra o seu pedido de clemência, e outros dois pediram que a pena fosse reduzida para 25 anos. Uma pessoa recusou-se a dar opinião.
Agora, cabe ao governador local, Bill Haslam, tomar uma decisão, sendo que desde que assumiu o cargo, em 2011, este nunca acedeu a pedidos de clemência.
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